Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste: diferenças entre revisões

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Criada originalmente pela Lei 3.692, de 1959, a Sudene veio substituir o modelo dos dois órgãos precedentes a ela (GTDN e Codeno). Foi idealizada no governo do presidente [[Juscelino Kubitschek]], tendo à frente o [[economista]] [[Celso Furtado]], como parte do programa desenvolvimentista então adotado.
[[Imagem:Área de jurisdição da Sudene.svg|thumb|esquerda|Área de jurisdição da Sudene.]]
Seu principal objetivo era encontrar soluções que permitissem a progressiva diminuição das desigualdades verificadas entre as regiões geoeconômicas do Brasil. Para tal fim, foram engendradas ações de grande impacto, tais como a "colonização" do [[Maranhão]]", os projetos de irrigação em áreas úmidas, o cultivo de plantas resistentes às secas, entre outras. Absorvida pelas administrações que se seguiram, durante a [[Ditadura militar no Brasil (1964-1985)|Ditadura militar]] foi tendo cada vez mais seu uso desviado dos objetivos iniciais, sendo considerada uma entidade que, além de não realizar os fins a que se propunha, era um foco de corrupção. Por conta disso e após uma sucessão de escândalos, em 1999 a imprensa iniciou um debate sobre a existência do órgão, extinto finalmente em 2001 por [[Fernando Henrique Cardoso]].
 
A retomada das propostas de Juscelino e Furtado, porém, foi defendida pela administração [[governo Lula|Lula]]<ref>[http://www.fundaj.gov.br/observanordeste/obed001g.html Fundaj]</ref>, e finalmente o órgão foi, em 2002, recriado, desta feita com o nome de Agência do Desenvolvimento do Nordeste e a sigla ADENE, ainda durante o governo [[Fernando Henrique Cardoso]].
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