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Boa parte das fábricas de agrotóxicos atualmente estão em países do [[Terceiro mundo]], notadamente [[República Popular da China]] e [[Índia]], embora a [[indústria química]] europeia continue contribuindo com grande parcela do suprimento brasileiro.
 
O uso negligente de agrotóxicos tem causado diversas vítimas fatais, além de [[aborto]]s, [[feto]]s com [[Malformação congénita|malformação]], [[suicídio]]s, [[câncer]], [[dermatose]]s e outras doenças.{{Carece de fontes}} Segundo a [[Organização Mundial da Saúde]], há 20 000 [[Morte|óbitos]] por ano em consequência da manipulação, inalação e consumo indireto de [[pesticida]]s nos [[País em desenvolvimento|países em desenvolvimento]], como o Brasil. Já foram registrados casos de transmissão de [[leucemia]] para o feto por mulheres que estiveram em contato com agrotóxicos durante a [[gravidez]]. Dado que essas substâncias são de fácil acesso, a ingestão de agrotóxicos é, também, o método de suicídio mais comum em todo o mundo, respondendo por um terço de todos os suicídios, sobretudo na [[Ásia]], [[África]], [[América Central]] e [[América do Sul]]. Os casos fatais são numerosos, particularmente em [[Zona rural|áreas rurais]].
 
Segundo a [[Agência Nacional de Vigilância Sanitária]] (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos levou à degradação dos [[Recurso natural|recursos naturais]] - [[solo]], [[água]], [[flora]] e [[fauna]] -, irreversível em alguns casos, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos. Além de agredir o ambiente, a saúde também pode ser afetada pelo excesso dessas substâncias.
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