Diferenças entre edições de "António Barreto"

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Terceiro de sete filhos de Manuel da Costa Pinto Barreto ([[Peso da Régua]], 17 de dezembro de 1907 - Porto, 21 de dezembro de 1981) e de sua mulher ([[Vila Real]], [[Folhadela]], 15 de setembro de 1938) Maria do Céu de Morais Taborda ([[Porto]], 7 de maio de 1912 - Porto, 5 de março de 1980), neta materna do 1.º [[Barão de Gouvinhas]] e sobrinha-neta materna do 1.º [[Visconde de Morais]], que recusou o título de [[Conde]] de Morais, uma família com reminiscências fidalgas, católica e apoiante da [[monarquia]]<ref>"António Barreto - Política e Pensamento", de Maria de Fátima Bonifácio, ed. Publicações D. Quixote, 2016</ref>
 
Embora nascido na [[Foz do Douro]], António Barreto mudou-se em criança para [[Vila Real]], onde viveu até finalizar os estudos liceais. A seguir, ingressou na [[Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra|Faculdade de Direito]] da [[Universidade de Coimbra]], que frequentou até [[1963]]. Nesse período foi ator do [[CITAC - Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra]].
 
Admitido na [[Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra|Faculdade de Direito]] da [[Universidade de Coimbra]], permaneceu nesta cidade até [[1963]]. No mesmo período foi ator do [[CITAC - Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra]].
 
===Percurso profissional===
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