Diferenças entre edições de "Ciro II"

1 byte removido ,  03h06min de 18 de fevereiro de 2018
Substituído Palestina por Judeia pelo anacronismo do topônimo Palestina.
(Alterado o nome "Palestina" por questão de anacronismo.)
(Substituído Palestina por Judeia pelo anacronismo do topônimo Palestina.)
{{quote2|Eu sou Ciro, rei do mundo, grande rei, rei legítimo, rei de [[Império Neobabilônico|Babilônia]], rei da [[Suméria]] e de Acade, rei das quatro extremidades [''da terra''], filho de Cambises, grande rei, rei de Anzã, neto de [[Ciro I]], . . . descendente de Teíspes . . . de uma família [''que''] sempre [''exerceu''] a realeza|<ref>(Ancient Near Eastern Texts [Textos Antigos do Oriente Próximo], J. Pritchard, 1974, p. 316)[[Estudo Perspicaz das Escrituras|it-1]] p. 511 Ciro</ref>}}
 
Em [[539 a.C.]] Ciro conquistou a Babilônia. Os [[Bíblia|registros bíblicos]] informam que Ciro teria recebido uma mensagem divina que o ordenava a enviar de volta à PalestinaJudeia todos os [[Judeus]] cativos naquela cidade. De qualquer forma, foi o autor de famosa [[Declaração de Ciro|declaração]] que em [[537 a.C.]] autorizava os judeus a regressar à [[Judeia]], pondo fim ao período do [[Cativeiro Babilónico]]. Em uma noite de 5/6 de outubro de 539 A.C., Ciro acampou em volta de Babilônia com seu exército. Enquanto os babilônicos festejavam, engenhosamente Ciro desviava as águas do Rio Eufrates para um lago artificial. Eles puderam atravessar o rio com a água na altura da cintura e entraram sem lutar, visto que os portões estavam abertos.
 
IsraelA Judeia, com posição estratégica nas rotas comerciais do [[Egito Antigo|Egito]], ficou guarnecidoguarnecida por um povo agradecido ao [[xá aquemênida]] e prontopronta para defendê-lo. A queda da Babilônia ainda lhe rendeu a lealdade dos [[Fenícios]], cuja habilidade naval era admirada pelo mundo conhecido, e que consistiria na base da marinha persa, anos depois, responsável pelas conquistas na [[Trácia]] e as guerras contra os gregos.
 
Em todas as conquistas, destacou-se por uma generosidade incomum no seu tempo, ao poupar seus inimigos vencidos - ou até empregá-los em cargos administrativos de seu império. Ciro também demonstrou tolerância religiosa ao manter intactas as instituições locais (e até cultuar os deuses de regiões conquistadas, como quando entrou na Babilônia e consagrou-se rei no templo de [[Marduque]]). Ciro também procurou manter todos os povos do império sob a administração de líderes locais, de forma que, sob a soberania de um governo forte, muitos daqueles povos se viram em melhor situação sob os persas do que independentes.
Utilizador anónimo