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Apesar do sucesso da Rússia com a [[Ofensiva Brusilov]] de junho de 1916 no leste da Galícia,{{sfn |Schindler |2003}} a insatisfação com a condução da guerra pelo governo russo cresceu. O sucesso da ofensiva foi prejudicado pela relutância de outros generais em comprometer suas forças para apoiar a vitória. As forças aliadas e russas foram revividas apenas temporariamente pela entrada da Romênia na guerra em 27 de agosto. As forças alemãs vieram em auxílio de unidades austro-húngaras em disputa na [[Transilvânia]] enquanto uma força alemão-búlgara atacava do sul e Bucareste era retomada pelas Forças Centrais em 6 de dezembro. Enquanto isso, a agitação cresceu na Rússia, como o [[czar]] permaneceu na frente. O governo cada vez mais incompetente da Imperatriz Alexandra desencadeou protestos e resultou no assassinato de seu favorito, [[Rasputin]], no final de 1916. Em março de 1917, manifestações em [[Petrogrado]] culminaram com a abdicação de czar [[Nicolau II da Rússia|Nicolau II]] e a nomeação de um fraco [[Governo Provisório Russo|Governo Provisório]], que compartilhou o poder com os socialistas do [[Soviete de Petrogrado]]. Este arranjo levou a confusão e caos na frente de batalha e em na própria Rússia. O exército tornou-se cada vez mais ineficaz.<ref name="Smele"/>
 
Após a abdicação do czar, [[Vladimir Lênin]] foi levado de trem da [[Suíça]] para a Rússia, 16 de abril de 1917. Ele foi financiado por [[Jacob Schiff]].<ref>Cholly Knickerbocker. ''New York Journal American''. 3 de fevereiro de 1949.</ref> O descontentamento e as fraquezas do Governo Provisório levaram a um aumento da popularidade do [[Partido Bolchevique]], liderado por Lênin, que exigia o fim imediato da guerra. A [[Revolução de Novembro]] foi seguida em dezembro por um armistício e negociações com a Alemanha. Em primeiro lugar, os [[bolchevique]]s recusaram os termos alemães, mas quando as tropas alemãs começaram a marchar pela [[Ucrânia]] sem oposição ([[Operação Faustschlag|Operação ''Faustschlag'']]), o novo governo russo aderiu ao [[Tratado de Brest-Litovsk]] em 3 de março de 1918. O tratado cedeu vastos territórios, incluindo a [[Finlândia]], as províncias do [[Países Bálticos|Báltico]], partes da [[Polônia]] e da Ucrânia para as Potências Centrais.{{sfn |Wheeler-Bennett |1956}} Apesar deste enorme e aparente sucesso alemão, a mão-de-obra necessária para a ocupação alemã do antigo território russo pode ter contribuído para o fracasso da [[Ofensiva da Primavera]] e garantido relativamente pouca comida ou outros suprimentos para o [[esforço de guerra]] das Potências Centrais.<ref name=AHM30 >{{citar livro| url=http://www.history.army.mil/html/books/030/30-22/CMH_Pub_30-22.pdf |página=30 |título=American Military History |volume=II | editor=Richard W. Stewart |publicado=Center of Military History, US Army |ano=2005}}</ref>
 
Com a adoção do Tratado de Brest-Litovsk, a Entente já não existia. Os poderes aliados levaram a uma invasão em pequena escala da Rússia, em parte para impedir a Alemanha de explorar os recursos russos e, em menor grau, apoiar os "brancos" (em oposição aos "vermelhos") na [[Guerra Civil Russa]].<ref name=marix105>Marix Evans, p.105</ref> As tropas aliadas chegaram em [[Arkhangelsk]] e em [[Vladivostok]] como parte da intervenção na [[Campanha do Norte da Rússia]].<ref>{{Citar web|url=http://www.grossepointenews.com/Articles-i-2007-12-27-209638.112112_Polar_Bear_Brigade_fought_for_freedom.html |título=Polar Bear Brigade fought for freedom |publicado=Grosse Pointe News |data=2007-12-27 |acessodata=2012-04-28}}{{Ligações inativas|{{subst:DATA}}}}</ref>