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Até a época de Augusto, a região que ficava acima do áger da muralha republicana era uma espécie de [[lixão|depósito de lixo]] gigante da cidade que abrigava também um cemitério e estava divida em uma área para os [[escravidão na Roma Antiga|escravos]] e outra para os cidadãos mais pobres que tinha condições mínimas para viver num [[columbário]]. [[Rodolfo Lanciani]] descreve a descoberta de mais de setenta destes ''"pequenos postos"'' ({{lang-it|''puticoli''}}) na região da Estação Termini.
 
Depois da reorganização de Augusto, numa época de grande expansão da cidade e na qual ninguém imaginava que a poderosa Roma fosse um dia precisar de muralhas, debaixo de uma dezena de metros de terra para enterrar o solo pestilento e poluído, o áger da antiga muralha tornou-se uma espécie de passeio público no qual foi construído os [[Jardins de [[Caio Cílnio Mecenas|Mecenas]], esplêndidos jardins que abrigava, entre outras edificações, a alta torre a partir da qual [[Suetônio]] conta que [[Nero]] teria assistido [[Grande Incêndio de Roma|Roma queimar]], e onde foi revelado, em 1874, o "Auditório de Mecenas". Este era parte de um complexo muito maior que foi demolido para abrir espaço para abrir espaço para novas construções, uma vez que a capital do novo império precisava de acomodações<ref>Per la topografia antica del quartiere, in particolare nell'area di piazza Vittorio, si veda Barrano, Colli, Martines, [http://www.fastionline.org/docs/FOLDER-it-2007-87.pdf ''Roma. Piazza Vittorio Emanuele II. Un nuovo settore degli ''Horti Lamiani''''] {{it}}</ref>.
 
Até o período final do império, o Esquilino foi uma região de ''[[villa]]s'' residenciais chamadas de "hortos", e não de casas populares. Durante toda a antiguidade, a população mais pobre preferia morar nas regiões mais baixas, onde o acesso à água era mais simples para quem não tinha escravos, como a [[Suburra]].