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{{Artigo principal|Arte na Idade Moderna}}
 
A Idade Moderna inicia no Renascimentorenascimento, período de grande esplendor cultural na Europa. A religião deu lugar a uma concepção científica do homem e do universo, no sistema do [[humanismo]]. As novas descobertas geográficas levaram a civilização europeia a se expandir para todos os continentes, e através da invenção da [[imprensa]] a cultura se universalizou. Sua arte foi inspirada basicamente na arte clássica greco-romana e na observação científica da natureza. Entre seus expoentes, estão [[Filippo Brunelleschi]], [[Leon Battista Alberti]], [[Bramante]], [[Donatello]], [[Leonardo da Vinci]], [[Dante Alighieri]], [[Petrarca]], [[Rafael Sanzio|Rafael]], [[Dürer]], [[Giovanni Pierluigi da Palestrina|Palestrina]] e [[Orlande de Lassus|Lassus]]. Sua continuação produziu o [[Maneirismo]], com a emergência de um maior individualismo e um senso de drama e extravagância, proliferando em inúmeras escolas regionais. Também foi importante nesta fase a disputa entre [[protestantes]] e [[católicos]] [[Contrarreforma|contrarreformistas]], com repercussões na arte sacra. [[William Shakespeare|Shakespeare]], [[Cervantes]], [[Luís Vaz de Camões|Camões]], [[Andrea Palladio]], [[Parmigianino]], [[Monteverdi]], [[El Greco]] e [[Michelangelo]] são alguns de seus representantes mais notórios. No período [[barroco]], fortaleceram-se os [[Estado]]s nacionais, dando origem ao [[absolutismo]]. Como reflexo disso, a arte se torna suntuosa e grandiloquente, privilegiando os contrastes acentuados, o senso de drama e o movimento. Firmam-se grandes [[escola de pensamento|escolas]] em vários países, como na Itália, França, Espanha e Alemanha. São nomes fundamentais do período [[Luis de Góngora|Góngora]], [[António Vieira|Vieira]], [[Molière]], [[John Donne|Donne]], [[Bernini]], [[Johann Sebastian Bach|Bach]], [[Haendel]], [[Jean Baptiste Lully|Lully]], [[Andrea Pozzo|Pozzo]], [[Borromini]], [[Caravaggio]], [[Rubens]], [[Poussin]], [[Claude Lorrain|Lorrain]], [[Rembrandt]], [[José de Ribera|Ribera]], [[Francisco de Zurbarán|Zurbarán]], [[Velázquez]], entre uma multidão de outros.<ref>Pérez-Sánchez. (1983), pp. 347-409.</ref>
 
Entre seus expoentes, estão [[Filippo Brunelleschi]], [[Leon Battista Alberti]], [[Bramante]], [[Donatello]], [[Leonardo da Vinci]], [[Dante Alighieri]], [[Petrarca]], [[Rafael Sanzio|Rafael]], [[Dürer]], [[Giovanni Pierluigi da Palestrina|Palestrina]] e [[Orlande de Lassus|Lassus]]. Sua continuação produziu o [[Maneirismo]], com a emergência de um maior individualismo e um senso de drama e extravagância, proliferando em inúmeras escolas regionais. Também foi importante nesta fase a disputa entre [[protestantes]] e [[católicos]] [[Contrarreforma|contrarreformistas]], com repercussões na arte sacra. [[William Shakespeare|Shakespeare]], [[Cervantes]], [[Luís Vaz de Camões|Camões]], [[Andrea Palladio]], [[Parmigianino]], [[Monteverdi]], [[El Greco]] e [[Michelangelo]] são alguns de seus representantes mais notórios. No período [[barroco]], fortaleceram-se os [[Estado]]s nacionais, dando origem ao [[absolutismo]]. Como reflexo disso, a arte se torna suntuosa e grandiloquente, privilegiando os contrastes acentuados, o senso de drama e o movimento. Firmam-se grandes [[escola de pensamento|escolas]] em vários países, como na Itália, França, Espanha e Alemanha. São nomes fundamentais do período [[Luis de Góngora|Góngora]], [[António Vieira|Vieira]], [[Molière]], [[John Donne|Donne]], [[Bernini]], [[Johann Sebastian Bach|Bach]], [[Haendel]], [[Jean Baptiste Lully|Lully]], [[Andrea Pozzo|Pozzo]], [[Borromini]], [[Caravaggio]], [[Rubens]], [[Poussin]], [[Claude Lorrain|Lorrain]], [[Rembrandt]], [[José de Ribera|Ribera]], [[Francisco de Zurbarán|Zurbarán]], [[Velázquez]], entre uma multidão de outros.<ref>Pérez-Sánchez. (1983), pp. 347-409.</ref>
Sua sequência foi o [[Rococó]], surgido a partir de meados do século XVIII, com formas mais leves e elegantes, privilegiando o decorativismo, a sofisticação aristocrática e a sensibilidade individual. Ao mesmo tempo, se firmava uma corrente [[iluminista]], pregando o primado da razão e um retorno à natureza. Foram importantes, por exemplo, [[Voltaire]], [[Jean-Jacques Rousseau]], [[Carl Philipp Emanuel Bach]], [[Jean-Antoine Houdon]], [[Antoine Watteau]], [[Jean-Honoré Fragonard]], [[Joshua Reynolds]] e [[Thomas Gainsborough]]. No final do século, emergem duas correntes opostas: o [[Romantismo]] e o [[Neoclassicismo]], que dominarão até meados do século XIX, às vezes em sínteses [[ecletismo|ecléticas]], como na obra de [[Goethe]]. O Romantismo enfatizava a experiência individual do artista, com obras arrebatadas, visionárias e dramáticas, enquanto que o Neoclassicismo recuperava o ideal equilibrado do classicismo e impunha uma função social moralizante e política para a arte. Na primeira corrente, podem ser destacados [[Victor Hugo]], [[Lord Byron|Byron]], [[Eugène Delacroix]], [[Francisco de Goya]], [[Frédéric Chopin]], [[Ludwig van Beethoven]], [[William Turner]], [[Richard Wagner]], [[William Blake]], [[Albert Bierstadt]] e [[Caspar David Friedrich]], e, na segunda, [[Jacques-Louis David]], [[Mozart]], [[Haydn]] e [[Antonio Canova]].<ref>Pérez Sánchez (1983), pp. 479-651</ref>
 
Sua sequência foi o [[Rococórococó]], surgido a partir de meados do século XVIII, com formas mais leves e elegantes, privilegiando o [[Design de interiores|decorativismo]], a sofisticação [[aristocracia|aristocrática]] e a [[sensibilidade]] individual. Ao mesmo tempo, se firmava uma corrente [[iluminista]], pregando o primado da razão e um retorno à [[natureza]]. Foram importantes, por exemplo, [[Voltaire]], [[Jean-Jacques Rousseau]], [[Carl Philipp Emanuel Bach]], [[Jean-Antoine Houdon]], [[Antoine Watteau]], [[Jean-Honoré Fragonard]], [[Joshua Reynolds]] e [[Thomas Gainsborough]]. No final do século, emergem duas correntes opostas: o [[Romantismoromantismo]] e o [[Neoclassicismoneoclassicismo]], que dominarão até meados do século XIX, às vezes em sínteses [[ecletismo|ecléticas]], como na obra de [[Goethe]]. O Romantismo enfatizava a experiência individual do artista, com obras arrebatadas, visionárias e dramáticas, enquanto que o Neoclassicismo recuperava o ideal equilibrado do classicismo e impunha uma função social moralizante e política para a arte. Na primeira corrente, podem ser destacados [[Victor Hugo]], [[Lord Byron|Byron]], [[Eugène Delacroix]], [[Francisco de Goya]], [[Frédéric Chopin]], [[Ludwig van Beethoven]], [[William Turner]], [[Richard Wagner]], [[William Blake]], [[Albert Bierstadt]] e [[Caspar David Friedrich]], e, na segunda, [[Jacques-Louis David]], [[Mozart]], [[Haydn]] e [[Antonio Canova]].<ref>Pérez Sánchez (1983), pp. 479-651</ref>
 
O romantismo enfatizava a experiência individual do artista, com obras arrebatadas, visionárias e [[emoção|dramáticas]], enquanto que o neoclassicismo recuperava o ideal equilibrado do classicismo e impunha uma função social moralizante e política para a arte. Na primeira corrente, podem ser destacados [[Victor Hugo]], [[Lord Byron|Byron]], [[Eugène Delacroix]], [[Francisco de Goya]], [[Frédéric Chopin]], [[Ludwig van Beethoven]], [[William Turner]], [[Richard Wagner]], [[William Blake]], [[Albert Bierstadt]] e [[Caspar David Friedrich]], e, na segunda, [[Jacques-Louis David]], [[Mozart]], [[Haydn]] e [[Antonio Canova]].<ref>Pérez Sánchez (1983), pp. 479-651</ref>
 
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Ficheiro:Abtei im Eichwald (C D Friedrich).jpg|''[[Abadia no Carvalhal]]'', de Caspar David Friedrich, romântico
Imagem:Perseus Canova Pio-Clementino Inv969.jpg|''[[Perseu com a cabeça da Medusa]]'', de Canova, neoclássico
File:WLA metmuseum Plaque Warrior and Attendants Edo.jpg|''Guerreiro e ajudantes'', [[Bronze (escultura)|bronze]] do [[Império do Benim]].
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