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Em [[1950]], no Conselho Internacional da União Científica (ICSU), foi discutida a possibilidade de ser realizado o Terceiro Ano Polar Internacional. Por sugestão da [[Organização Meteorológica Mundial]] (WMO), o conceito de [[Ano Polar Internacional|ano polar]] foi estendido para todo o globo, nascendo assim o [[Ano Geofísico Internacional]], que veio a se realizar de julho de [[1957]] até dezembro de [[1958]].
 
O ICSU aprovou, em 1957, a criação do Comitê Especial para Pesquisas Antárticas (SCAR), formado por delegados de diversos países engajados em pesquisas na Antártida. Esse foi um marco importante para o desenvolvimento das pesquisas no Continente, tendo delas participado: [[Argentina]], [[Austrália]], [[Bélgica]], [[Brasil]], [[Chile]], [[Estados Unidos]], [[França]], [[Japão]], [[Noruega]], [[Nova Zelândia]], [[Reino Unido]], [[África do Sul|República Sul Africana]] e [[União Soviética|União das Repúblicas Socialistas Soviéticas]].
 
Encerrado o Ano Geofísico Internacional, os países participantes das pesquisas antárticas mantiveram suas estações, reafirmando seu interesse na região, o que motivou a convocação feita pelos Estados Unidos para a conferência de [[Washington, DC]] em 1958, que discutiria o futuro do continente. Como resultado da conferência de Washington, os doze países que dela participaram assinaram, em 1 de dezembro de 1959, o '''Tratado da Antártida''', que entrou em vigor em [[23 de junho]] de [[1961]].<ref name="Cedin">{{citar web|url=http://www.cedin.com.br/site/pdf/legislacao/pdf_tratados12/Tratado%20da%20Ant%E1rtida.pdf|título=Tratado da Antártida|autor=|data=|publicado=Portal de Direito Internacional, Cedin|acessodata=3 de junho de 2012}}</ref>