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Autor:Usuário:Luiz1974, publicado em [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikip%C3%A9dia:Filtro_de_edi%C3%A7%C3%B5es/Solicita%C3%A7%C3%B5es&diff=51445233&oldid=51444493]
{{título em itálico}}
{{Info/Taxonomia
| cor = pink
| nome = Macaco-da-noite<ref name=msw3>{{MSW3 Groves | id = 12100299 | pages = 139–141}}</ref>
| reino = [[Animalia]]
| imagem = Panamanian night monkey.jpg
| estado = NT
| imagem_legenda = ''[[Aotus zonalis]]''
| nome = Macaco-da-noite
| reino = [[Animal]]ia
| imagem = Aotus azarae infulatus.jpg
| filo = [[Chordata]]
| subfilo = [[Vertebrata]]
| classe = [[Mammalia]]
| ordem = [[PrimatePrimates]]s
| subordem = [[Haplorrhini]]
| infraordem = [[Simiiformes]]
| parvordem = [[Platyrrhini]]
| família = '''[[Aotidae''']]
| subfamília = [[Aotinae]]
| família_autoridade = [[Poche]], 1908 (1865)
| gênero = '''''Aotus'''''
| espécie = '''''A. infulatus'''''
| gênero_autoridade = [[Johann Karl Wilhelm Illiger|Illiger]], 1811
| espécie_tipobinomial = ''[[Aotus trivirgatus|Simia trivirgata]]infulatus''
| binomial_autoridade = [[Heinrich Kuhl]], [[1820]].
| espécie_tipo_autoridade = [[Alexander von Humboldt|Humboldt]], 1811
| mapa = Azara's Night Monkey area.png
| subdivisão_nome = [[Espécie]]s
| mapa_legenda = Distribuição geográfica do macaco-da-noite.
| subdivisão = <center>Ver texto</center>
}}
'''''Aotus infulatus''''' (Kuhl, 1820) é uma [[espécie]] de primatas não humanos, endêmica no [[Brasil]], que são chamados de '''macacos da noite''', assim como as demais espécies de seu gênero. Essa espécie é constituída de animais pequenos, arborícolas, sem [[dimorfismo sexual]] e de hábitos noturnos. Sobre essa última característica, está relacionada com a evolução de seus olhos grandes, adaptados à ambientes com ausência parcial de luz. <ref name="COSTA2013">{{citar periódico|ano=2013|título='''Ecologia cognitiva e forrageio social de macacos-da-noite (''Aotus infulatus'' e ''A. nigriceps'') em cativeiro'''|url=http://hdl.handle.net/10923/5685|tipo=Dissertação de mestrado|páginas=1-66|acessodata=25-11-2017|autor=COSTA, Renata}}</ref>
O '''macaco-da-noite''' ('''''Aotus sp.'''''), também conhecido como '''caraí''',<ref name="FERREIRA, A. B. H. 1986. p.1">FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicionário da Língua Portuguesa''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 056</ref> '''cara-raiada''',<ref name="FERREIRA, A. B. H. 1986. p.1"/> '''ciá''',<ref name="FERREIRA, A. B. H. 1986. p.1"/> '''duruculi''',<ref>[http://www.dicionarioinformal.com.br/sinonimos/duruculi/]</ref> '''eiã''',<ref name="FERREIRA, A. B. H. 1986. p.1"/> '''macaco-adufeiro'''<ref name="FERREIRA, A. B. H. 1986. p.1"/> e '''miriquiná''',<ref name="FERREIRA, A. B. H. 1986. p.1"/> é um primata noturno e florestal. O grupo constitui a família '''Aotidae''' e é encontrado do [[Panamá]] ao Nordeste da [[Argentina]].
 
Devido a similaridades com a espécie ''Aotus azarae'', existe uma discussão taxonômica se essa de fato seria uma espécie válida ou se seria uma subespécie dos ''A. azarae''. <ref name="PINTO2012">{{citar periódico|ano=2012|título='''Avaliação do Risco de Extinção de ''Aotus infulatus'' (Kühl, 1820) no Brasil'''|url=http://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7160-mamiferos-aotus-infulatus-macaco-da-noite|acessodata=25-11-2017|autor=PINTO, Thieres. Et al}}</ref> Esses animais são utilizados para estudos da malária, devido a resistência ao agente causador. <ref name="F.A.2010">{{citar periódico|ano=2010|título='''DNA sequencing of 13 cytokine gene fragments of ''Aotus infulatus'' and ''Saimiri sciureus'', two non-human primate models for malaria'''|volume=52|páginas=151-155|doi=10.1016/j.cyto.2010.09.004|acessodata=25-11-2017|autor=F.A., Alves Et al|issue=3}}</ref>&nbsp;
Os macacos-da-noite medem cerca de trinta centímetros de comprimento, têm cauda longa, partes superiores cinzentas, cara branca com três faixas negras na parte superior e olhos grandes.
 
== Distribuição geográfica ==
== Taxonomia ==
É endêmica no Brasil, ou seja, é uma espécie nativa cuja distribuição está restrita ao Brasil<span style="background-color:#ffffff;">. </span>Está presente nos estados do [[Amapá]], [[Mato Grosso]], [[Maranhão]], [[Pará]], [[Tocantins]] e [[Piauí]], sendo residente e nativo em todos estes. Ocorre em pelo menos uma pequena porção do sul do Amapá, nas [[Ilha de Marajó|Ilhas de Marajó]] e Caviana. A partir daí, ocorre ao sul do rio Amazonas, a leste dos rios Tapajós e Juruena, ao sul e ao longo da margem direita do rio Guaporé, a leste do rio Corixá Grande até o rio Itiguira (afluente do rio Paraguai). No leste de sua distribuição a espécie pode ser encontrada além da margem direita do rio Paranaíba, porém limitando-se com o início e estabelecimento do bioma caatinga em sua forma mais típica. À sudeste sua distribuição limita-se com rio Manuel Alves Grande (afluente do rio Tocantins) até a margem esquerda do rio Tocantins (limite ocidental). De maneira geral a distribuição compreende a região do arco do desmatamento da [[Amazônia]]. No entanto, recentemente esta espécie foi registrada nos municípios de Caxingó e Buriti dos Lopes, Piauí, representando o primeiro registro tanto da espécie como do gênero para o [[Bioma]] [[Caatinga]]. <ref name="PINTO2016">{{citar periódico|ano=2016|título='''Distribution extension of ''Aotus azarae infulatus'' (Kuhl,1820) (Primates: Aotidae) and ?rst record from the Caatinga biome'''|url=http://www.academia.edu/27876313/Distribution_extension_of_Aotus_azarae_infulatus_Kuhl_1820_Primates_Aotidae_and_first_record_from_the_Caatinga_biome|volume=12|acessodata=25-11-2017|autor=PINTO, Thieres, ROBERTO, Igor|número=4}}</ref>
Até 1983, todos os macacos-da-noite eram colocados dentro de ''Aotus lemurinus'' ou divididos entre ''A. lemurinus'' e ''A. azarae''. Uma distinção frequentemente utilizada entre os táxons do gênero ''Aotus'' é uma em que se considera oito espécies com uma distribuição mais ao norte, com "pescoço-cinza", e uma mais ao sul, com "pescoço-vermelho".<ref name=msw3/> Alguns táxons, considerados como subespécies de ''[[Aotus lemurinus]]'' - ''[[Aotus brumbacki|brumbacki]]'', ''[[Aotus griseimembra|griseimembra]]'' e ''[[Aotus zonalis|zonalis]]'' – são consideradas espécies separadas atualmente,<ref name= Defler2001>{{citar periódico|autor = Defler, T.R., Bueno, M. L., & Hernández-Camacho, J. I. |ano= 2001 |título= The taxonomic status of ''Aotus hershkovitzi'': Its relationship to ''Aotus lemurinus lemurinus'' |periódico= Neotropical Primates | volume = 9 |número= 2 |páginas= 37–52}}</ref><ref name= Defler2007>{{citar periódico|autor = Defler, T. R., & Bueno, M. L. |ano= 2007 |título= ''Aotus'' Diversity and the Species Problem |periódico= Primate Conservation | volume = 2007 |número= 22 |páginas= 55–70|url=http://www.primate-sg.org/storage/PDF/PC22.jorgehernandezi.V2.pdf}}</ref> mas ''[[Aotus hershkovitzi|A. hershkovitzi]]'' é considerado uma táxon sinônimo de ''A. lemurinus''.<ref name= Defler2001/> Uma nova espécie foi recentemente descrita: ''[[Aotus jorgehernandezi|A. jorgehernandezi]]''. Como em muitas outras classificações no gênero, a espécie é considerada separada baseada em análises de [[cariótipo]].<ref>{{citar periódico|autor = Torres, O. M., Enciso, S., Ruiz, F., Silva, E., & Yunis, I. |ano= 1998 |título= Chromosome diversity of the genus ''Aotus'' from Colombia |periódico= American Journal of Primatology |volume = 44 |número= 4 |páginas= 255–275 | doi = 10.1002/(SICI)1098-2345(1998)44:4<255::AID-AJP2>3.0.CO;2-V | pmid = 9559066}}</ref><ref name= Defler2007/> Análises de [[cromossomo]]s têm servido para considerar o táxon ''infulatus'' como subespécie de ''[[Aotus azarae]]''.<ref>{{citar periódico|autor = Pieczarka, J. C., de Souza Barros, R. M., de Faria Jr, F. M., Nagamachi, C. Y. |ano= 1993 |título= ''Aotus'' from the southwestern Amazon region is geographically and chromosomally intermediate between ''A. azarae boliviensis'' and ''A. infulatus'' |periódico= Primates | volume = 34 |páginas= 197–204 | doi = 10.1007/BF02381390 |número= 2}}</ref>
 
== Descrição morfológica ==
===Espécies===
A espécie apresenta pelagem de coloração marrom acinzentada no dorso e cor alaranjada na porção ventral, que vai do pescoço até o peito, e em alguns casos o alaranjado chega até a cauda. O comprimento de um macho adulto varia entre 346 mm e 354 mm se for incluído o tamanho da cauda. Já o comprimento de uma fêmea varia entre 341 mm e 373 mm se for incluído o tamanho da cauda. Os machos pesam cerca de 1190 g e as fêmeas pesam em torno de 1240 g. Possuem no quarto dígito de ambos os pés uma espécie de garra e usam para limpeza. As pernas dessa espécie são maiores que os braços, o que os ajuda a pular entre os galhos das árvores. <ref name="LANG2015">{{citar periódico|ano=2005|título=Primate Factsheets: '''Owl monkey (Aotus) Taxonomy, Morphology, & Ecology'''|url=http://pin.primate.wisc.edu/factsheets/entry/owl_monkey|acessodata=25/11/2017|autor=LANG, Kristina}}</ref>
[[Imagem:Stavenn Aotus trivirgatus 00.jpg|thumb|''Aotus trivirgatus'']]
'''Família Aotidae'''
* Grupo "pescoço-cinza" ou ''Aotus lemurinus'':
** ''[[Aotus lemurinus]]''
** ''[[Aotus zonalis]]''
** ''[[Aotus griseimembra]]''
** ''[[Aotus jorgehernandezi]]''
** ''[[Aotus brumbacki]]''
** ''[[Aotus trivirgatus]]''
** ''[[Aotus vociferans]]''
* Grupo "pescoço-vermelho" ou ''Aotus azarae'':
** ''[[Aotus azarae]]''
** ''[[Aotus miconax]]''
** ''[[Aotus nancymaae]]''
** ''[[Aotus nigriceps]]''
 
== Ecologia e comportamento ==
== Etimologia ==
''Aotus infulatus'' são macacos considerados frugívoros, preferindo frutas pequenas e maduras, mas também podem complementar sua dieta se alimentando de folhas, néctar, flores e insetos. Eles possuem hábitos noturnos, que pode trazer vantagens e desvantagens para a espécie. A principal desvantagem está relacionada a sua visão, que durante a noite é afetada. Dessa forma se torna difícil a busca por alimentos, ou seja, durante esse período os sentidos de olfato e de audição são importantes na localização e captura dos recursos alimentares. Além disso, dificuldade de locomoção no escuro e fatores como altas temperaturas e diferenças de umidade podem representar um perigo para esses animais. A vantagem de forragear a noite é a diminuição da competição por alimentos, além da presença de insetos noturnos maiores, e também da diminuição do risco de predação, já que geralmente a maioria dos predadores noturnos não se alimenta dessas espécies. <ref name="PRIMATA">{{citar periódico|título='''Kuhl's Owl Monkey (''Aotus infulatus'')'''|url=http://www.theprimata.com/aotus_infulatus.html|acessodata=25-11-2017|autor=THE PRIMATA}}</ref>
"Adufeiro" significa "tocador de [[adufe]]".<ref>FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicionário da Língua Portuguesa''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.50</ref> "Miriquiná" vem do [[Língua tupi|tupi]] ''muri'kina''.<ref>FERREIRA, A. B. H. ''Novo Dicionário da Língua Portuguesa''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. pp.1 140, 1 172</ref>
&nbsp;
{{Referências}}
 
Esses animais passam a maior parte do seu tempo em árvores, ou seja, são considerados [[Arborícola|arborícolas]], dormem e forrageiam na copa das árvores ou em folhagens densas. Normalmente deixam seu local de dormir alguns minutos após o pôr-do-sol e depois de passar a noite viajando e [[Forrageamento|forrageando]] eles retornam antes do nascer do sol. Tornam-se mais ativos em noites de lua cheia, isto está relacionado com o fato de com uma maior disponibilidade de luz, a distância percorrida por eles durante a noite acaba aumentando até duas vezes mais se comparada com noites escuras, ou seja, sem lua cheia. Apesar de ser uma espécie noturna alguns podem ter uma atividade tanto diurna quanto noturna, como em noites frias e sem lua cheia. <ref name="PRIMATA" /><ref name="CORLEY2016">{{citar periódico|último=CORLEY, Margaret|primeiro=FERNANDEZ-DUQUE, Eduardo|ano=2016|título='''Owl Monkeys (Aotinae)'''|enciclopédia=The International Encyclopedia of Primatology|páginas=1-2|doi=10.1002/9781119179313.wbprim0067|acessodata=25-11-2017}}</ref>
== Ligações externas ==
&nbsp;
{{Wikispecies|Aotus (Aotidae)}}
* {{Link|en|2=http://pin.primate.wisc.edu/factsheets/entry/owl_monkey |3=Primate Info Net ''Aotus'' Factsheet}}
* {{Link|en|2=http://pin.primate.wisc.edu/av/images/aotus.html |3=Imagens de macacos-da-noite}}
 
Essa espécie de macacos da noite possui um sistema de acasalamento monogâmico<ref name="COSTA2013" />, não apresentam dimorfismo sexual e vivem em pequenos grupos de aproximadamente quatro indivíduos, com o macho principalmente participando do cuidado parental, zelando pela proteção e alimentação da sua prole. Os indivíduos jovens se dispersam do seu grupo com aproximadamente 2 a 3 anos.<ref name="CORLEY2016" />
{{Correlatos|
&nbsp;
|commons = Category:Aotidae
|wikisource =
|wikiquote =
|wikilivros =
|wikinoticias =
|wikcionario =
|wikispecies = Aotidae
|meta =
}}
 
Esses animais costumam usar sinais químicos para comunicação, através de marcações com urina e outras substâncias odoríferas secretadas pelas suas glândulas de cheiro.&nbsp; Dessa forma através do odor liberado é possível que ocorra a identificação do sexo, da idade e dos membros dos grupos permitindo, portanto, a comunicação entre eles. Além disso, essas marcações ajudam no deslocamento durante noites mais escuras e auxiliam no retorno aos locais de dormir. <ref name="COSTA2013" />
{{esboço-macaco do novo mundo}}
 
== Relação com a malária ==
{{Primatas}}
''Aotus infulatus'' é uma importante espécie para estudos com a [[malária]] porque ele consegue suportar a infecção provocada por espécies de parasitas causadores da infecção humana, devido a capacidade de seu [[sistema imunológico]] em suprimir os parasitas. Em um estudo feito na Amazônia Oriental<ref name="CARVALHO2000">{{citar periódico|ano=2000|título='''''Aotus infulatus'' Monkey is Susceptible to ''Plasmodium falciparum'' Infection and May Constitute an Alternative Experimental Model for Malaria'''|periódico=Short Communication|volume=95|páginas=363-365|doi=10.1590/S0074-02762000000300011|acessodata=25-11-2017|autor=CARVALHO, Leonardo Et al}}</ref>, utilizaram animais intactos e esplenectomizados (sem o [[baço]]). Foi inoculado neles [[eritrócitos]] contendo ''[[Plasmodium falciparum]]'', onde os animais de fato mostraram-se suscetíveis (principalmente os espécimes esplenectomizados) e assim, modelo confiável para estudos da patologia desses microrganismos, para assim desenvolver novas drogas ao combate da malária e [[vacinas]].
&nbsp;
 
Pesquisas com esses animais possuem obstáculos pois é difícil obter reagentes específicos para trabalhar com eles e assim avaliar melhor as reações imunes vindas da infecção ou da vacinação. Em resposta a isso, foi feita uma análise genética para avaliar a expressão de citocinas de ''A. infulatus e [[Saimiri sciureus]]'', se baseando no DNA humano através de sequenciamento e amplificação genética. Os pares de ''[[primers]]'' para para [[Interleucina 8|IL8]], [[Interleucina 17|IL17]], [[Interleucina 18|IL18]], [[Interleucina 27|IL27]] e MIF não conseguiram gerar produtos de amplificação. Quando comparou o [[DNA]] humano com o do não-humano encontrou-se um grau de similaridade maior que 90% das interleucinas, exceto a [[Interleucina 3|IL3]] e [[Interleucina 4|IL4]] e esses resultados podem ser explicados por pequenas variações nas sequências dos DNAs. Dessa forma essas sequências podem ser a base para o desenvolvimento de ferramentas moleculares, como ''primers'' para [[Reação em cadeia da polimerase|PCR]] específicos para ''A. infulatus. e S. sciureus''. <ref name="F.A.2010" />
 
== Conservação ==
Essa espécie, de acordo com a [[IUCN]], encontra-se classificado como NT (Near Threatened – Quase Ameaçada). <ref name="IUCNREDLIST2008">{{citar periódico|ano=2008|título='''''Aotus azarae ssp. infulatus'''''|doi=10.2305/IUCN.UK.2008.RLTS.T43932A10841312.en|acessodata=25-11-2017|autor=IUCNRELIST}}</ref> Os principais fatores envolvidos com a ameaça desta espécie são a construção de assentamentos rurais (conjunto de unidades agrícolas), atividades agrícolas, pecuária, desmatamento, construção de mais áreas de geração de energia, aumento na quantidade de transportes rodoviários, desconexão e redução no habitat e caça. Fatores mais específicos seriam a redução do habitat no Maranhão e Leste do Pará devido ao [[desmatamento]] e [[Fragmentação de habitat|fragmentação]] em tais áreas, a atividade das usinas hidrelétricas em Jamanxim e Tapajós, expansão no cultivo de soja e asfaltamento da transamazônica e BR-163. <ref name="PINTO2012" />
 
== {{ver também}} ==
*[[Macaco-da-noite]]
 
{{referências}}
{{esboço-macaco do novo mundo}}
{{Primatas}}
{{Aotidae}}
{{Commonscat}}
 
{{DEFAULTSORT:Macaco Da Noite}}
[[Categoria:Aotidae]]
[[Categoria:Macacos do Novo Mundo]]
[[Categoria:Animais descritos em 1820]]
[[Categoria:Mamíferos do Brasil]]
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