Diferenças entre edições de "Sistema Solar"

10 bytes removidos ,  19h10min de 7 de março de 2018
m
Foram revertidas as edições de 179.34.124.86 devido a vandalismo (usando Huggle) (3.3.3)
(eu sou pietra tenho apenas 10 a)
Etiquetas: Editor Visual Expressão problemática
m (Foram revertidas as edições de 179.34.124.86 devido a vandalismo (usando Huggle) (3.3.3))
Etiquetas: Huggle Reversão
eu sou pietra tenho apenas 10 anos e minha prima alice tem 3 anos{{Infobox Sistema Planetário
|titulo = Sistema Solar
|imagem = [[Ficheiro:Planets2013-unlabeled.jpg|360px]]
Permeando praticamente toda a extensão do Sistema Solar, existem incontáveis objetos que constituem a classe dos [[corpo menor do sistema solar|corpos menores]]. Os [[asteroide]]s, essencialmente rochosos, concentram-se numa faixa entre as órbitas de Marte e Júpiter que se assemelha a um [[cinturão de asteroides|cinturão]]. Além da órbita do último planeta, a [[temperatura]] é suficientemente baixa para permitir a existência de fragmentos de gelo, que se aglomeram sobretudo nas regiões do [[Cinturão de Kuiper]], [[Disco disperso]] e na [[Nuvem de Oort]]; esporadicamente são desviados para o interior do sistema onde, pela ação do calor do Sol, se transformam em [[cometa]]s. Muitos corpos, por sua vez, possuem força gravitacional suficiente para manter orbitando em torno de si objetos menores, os [[satélite natural|satélites naturais]], com as mais variadas formas e dimensões. Os planetas gigantes apresentam, ainda, sistemas de [[anéis planetários]], uma faixa composta por minúsculas partículas de gelo e poeira.
 
O Sistema Solar, de acordo com a teoria mais aceita hoje em dia, teve origem a partir de uma [[nuvem molecular]] que, por alguma perturbação gravitacional, entrou em colapso e formou a estrela central, enquanto seus remanescentes geraram os demais corpos. Em sua configuração atual, todos os componentes descrevem órbitas praticamente [[elipse|elípticas]] ao redor do Sol, constituindo um sistema dinâmico onde os corpos estão em mútua interação mediada sobretudo pela força gravitacional. A sua estrutura tem sido objeto de estudos desde a [[Idade Antiga|antiguidade]], mas somente há cinco séculos a humanidade reconheceu o fato de que o Sol, e não a Terra, constitui o centro do movimento planetário. Desde então, a evolução dos equipamentos de pesquisa, como [[telescópio]]s, possibilitou uma maior compreensão do sistema. Entretanto, detalhes sem precedentes foram obtidos somente após o envio de [[Sonda espacial|sondas espaciais]] a todos os planetas, que retornam imagens e dados com uma precisão {{AP|Formaçãonunca profissional}}antes alcançada.
 
== Formação ==
{{AP|Formação e evolução do Sistema Solar}}
As teorias que buscam explicar como ocorreu a [[Formação e evolução do Sistema Solar|formação do Sistema Solar]] começaram a surgir no {{séc|XVI|x}}, a partir da observação mais acurada do movimento dos corpos. Ao longo do tempo, algumas dessas hipóteses foram ganhando importância. [[René Descartes|Descartes]], por exemplo, sugeriu que o Sol e os planetas surgiram a partir de um vórtice existente no universo primordial. A teoria da captura dos [[protoplaneta]]s, por seu lado, sugere que estes corpos coalesceram de uma nuvem molecular e, posteriormente, foram capturados pela gravidade do recém-formado Sol, juntaram-se e formaram os planetas. Uma variante deste conceito propõe que os protoplanetas foram capturados pelo Sol a uma estrela de baixa densidade que passou nas proximidades.<ref name="origem" />
 
Um milhão de anos se passaram desde o início do colapso da nuvem, quando o protossol já havia encolhido para um raio poucas vezes maior que seu estado atual. Nessa etapa teve início uma das fases mais turbulentas de sua evolução. Em seu interior, a maior parte do [[Plasma|gás se encontrava ionizado]] e a uma temperatura de cerca de cinco milhões de graus Celsius, o que, em associação com a rápida rotação da protoestrela, gerava movimentos de [[carga elétrica|cargas elétricas]], originando um campo magnético muito mais intenso que o [[Sol#Campo magnético|atual]]. A instabilidade desse campo provocava violentas movimentações de gás ionizado, tanto da própria protoestrela quanto da nuvem ao seu redor, causando uma intensa variação de brilho, semelhante ao processo que se observa atualmente na estrela [[variável T Tauri]] localizada na [[Taurus|constelação do Touro]]. Entre trinta e cinquenta milhões de anos depois, a temperatura no núcleo chegou a quinze milhões de graus Celsius, suficiente para dar início ao processo de [[fusão nuclear]], caracterizando o Sol como uma [[estrela]] estável que entrou na [[sequência principal]], convertendo hidrogênio em hélio.<ref group="nota">De acordo com o processo 4 ¹H → <sup>4</sup>He + 2 e<sup>+</sup> + 2 ν<sub>e</sub> + 2 γ (26,7 MeV), ou seja, são necessários quatro núcleos de hidrogênio para formar um de hélio e liberar energia.</ref><ref>{{Harvnb|Garlick|2002|p=18-22}}</ref>
 
=== Formação dos planetas e demais corpos ===
{{AP|Nebulosa solar}}
Ao mesmo tempo em que se formava a protoestrela, minúsculas partículas de poeira começaram a se fundir e a formar corpos agregados cada vez maiores, num processo que durou milhões de anos, até surgirem os primeiros objetos com dimensões quilométricas denominados [[planetesimal|planetesimais]], cuja interação gravitacional começava a ser significativa. O elevado número de corpos orbitando a estrela deu início a um processo caótico de sucessivas colisões, algumas fragmentando-os novamente em poeira e pequenas partes, outras proporcionando o aumento de suas massas. Alguns deles, a essa altura, possuíam dimensões substancialmente maiores que a dos demais e a sua influência gravitacional atraía outros objetos. Tais corpos, de dimensões consideráveis, recebem a denominação de [[protoplaneta]]s.<ref name="planetesimals"/>
157 738

edições