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O impulso de aportuguesar deve ter em consideração o respeito pelos usos consagrados e generalizados, e evitar novos termos que dificultem o reconhecimento do termo inicial e compliquem a comunicação entre as pessoas. Parece igualmente imperativo seguir os padrões fonéticos, gráficos e morfológicos da língua portuguesa. A história da língua portuguesa mostra que em muitos casos houve uma resistência inicial, antes de os novos aportuguesamentos serem aceites, tendo passado por um periodo de transição às vezes chamado de ''limbo''.<ref>http://pucrs.br/manualred/faq/duv-campus.php</ref>
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Todavia, há casos em que só resta usar mesmo a palavra estrangeira, quando não for possível encontrar um equivalente português nem fabricar um aportuguesamento.<ref>http://escreverbem.com.br/de-bem-com-o-estrangeirismo/</ref><ref>http://brasilescola.uol.com.br/redacao/palavras-aportuguesadas.htm</ref>
Um caso particular dos aportuguesamentos é aquele que se refere aos nomes de pessoas e aos nomes geográficos. Se o termo [[Nova Iorque]] (do [[Língua inglesa|inglês]] ''New York'') está consagrado e definitivamente adotado, já outros termos como [[Beijing]] (a antiga [[Pequim]]) e [[Mumbai]] (a antiga [[Bombaim]]) causam desconforto a muitos falantes de português.
 
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