Diferenças entre edições de "Mário Martins de Almeida"

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Em 1955, com o Decreto de n.º 24.712, do [[Governo do Estado de São Paulo]], os seus restos mortais foram trasladados para o [[Obelisco do Ibirapuera|Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932]].<ref name=":0" />
 
Em 2011, com a lei federal nº 12.430, o nome e de [[Euclides Bueno Miragaia]], de [[Dráusio Marcondes de Souza]] e de [[Antônio Américo Camargo de Andrade]] foram inscritos no [[Livro dos Heróis da Pátria]], que está localizado no [[Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves]], em [[Brasília]]. O episódio ocorrido naquela manifestação, que resultou na morte dessas quatro pessoas, foi uma das razões que motivaram a [[Revolução Constitucionalista de 1932]].<ref name=":0" />
 
Eles se tornaram assim ''[[mártires]]'' e símbolos daquele movimento, denominados pela sigla [[MMDC|M.M.D.C.]], respectivamente: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, que por sua vez também era a denominação da organização clandestina que veio a conspirar contra o governo provisório de Vargas, contribuindo na articulação e coordenação daquela Revolução.<ref name=":1">{{Citar periódico|data=2006-07-07|titulo=Os heróis da Revolução Constitucionalista de 1932|url=https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=305260|idioma=pt-br}}</ref>