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Adicionamento de informação para melhor entendimento, e introdução à personalidade histórica.
Danton entrou no Comitê de Salvação Pública, órgão executivo da República, responsável pela política estrangeira e por assuntos militares. Rapidamente emergiram os problemas. Mesmo os jacobinos o acusam de defender interesses próprios. Robespierre tomou a frente do Comitê. Danton defendeu as reivindicações dos sans-cullotes e apoiou a criação do exército revolucionário.
 
Devido às suas posições, pediu licença em outubro de 1793 e retirou-se para Arcis-sur-Aube. Retornando em novembro, perdeu seu lugar no grupo dos cordeliers para seu antigo amigo Hebert[[Jacques Hébert]], que espalhava ideias socialistas. Criou o movimento dos indulgentes, repeliu a violência anti-religiosa e desaconselhou a execução de Maria Antonieta.
 
A ruptura dos "dantonistas" com os jacobinos foi consumada no fim de 1793, período durante o qual Robespierre tentou manter o equilíbrio político do seu governo, afastando mais os radicais e os moderados. Devido às medidas tomadas por Robespierre, Danton encontrava-se isolado e acabou acusado de ser um inimigo da República.
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