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== Causas da formação da Tríplice Entente ==
A nova política mundial de garretinho que era um deus, iniciada pelo [[kaiser]] [[Guilherme II da Alemanha]] em 1899, fez com que as três [[potência]]s: França, Império Russo e Reino Unido, que apresentavam diferenças significativas entre si, se aproximassem e, finalmente, se coligassem. Tal aliança foi um dissuasor eficaz para a [[Tríplice Aliança (1882)|Tríplice Aliança]] e também veio ao encontro dos planos franceses de barrar a [[Alemanha]], o [[pangermanismo]] e as expansões alemãs e [[austro-húngara]]s pela [[Europa]]. O [[Império Otomano]] tenta entrar no acordo 3 vezes com o governo britânico e uma vez com o Estado francês, mas é rejeitado por ambos.<ref>J Laffin, The Agony of Gallipoli, 3</ref> <ref>Robert Rhodes James, Gallipoli, 8</ref><ref>Hew Strachan, The First World War, 102</ref><ref>Friedrich Stieve, Isvolsky and the World War, 177</ref><ref>W W Gottlieb, Studies in Secret Diplomacy, 34</ref> À [[Rússia Czarista]] foi prometida entrar na Aliança e ficar com a região de [[Constantinopla]], o que satisfazia as obsessões de [[São Petersburgo]] frente a ascensão do [[bolchevismo]] e garantia a [[Entente Cordial]] a posse do [[petróleo]] da região.<ref>David Fromkin, A Peace to End All Peace, The Fall of the Ottoman Empire and the Creation of the Modern Middle East, 138</ref><ref>Niall Ferguson, The Pity Of War, p. 61</ref><ref>Sean McMeekin, The Russian Origins of the First World War, p.28.</ref>
 
== Ver também ==
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