Diferenças entre edições de "Heinrich Aldegrever"

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Por falta de encomendas para as igrejas, consequência da [[Reforma]], dedicou a maior parte do seu tempo à feitura de [[retrato]]s e de [[gravura]]s. São conhecidas cerca de 290 gravuras e [[xilogravura]]s da autoria de Aldegrever, a maioria da sua própria autoria. O seu estilo minucioso e delicado, apesar de por vezes duro no traço, coloca-o entre os melhores gravadores do grupo dos denominados "Pequenos Mestres": [[Barthel Beham]]; o seu irmão [[Hans Sebald Beham]]; e [[Georg Pencz]]. Tal como Pencz, cujo estilo era semelhante, Aldgrever destacava-se pela qualidade dos seus desenhos ornamentais, que produziu em grande número. A semelhança de estilo com [[Albrecht Dürer]] levou a que fosse cognominado de "Albert da Westphalia".
 
Aldegrever, que era um apoiante activo da [[Reforma]], retratou [[MartinMartinho LutherLutero]] e [[Philipp Melanchthon]]. Apesar de ter optado pelo luteranismo, tinha amigos entre os [[anabaptista]]s.
 
O bispo de [[Münster]] encomendou-lhe em 1535-1536 a realização de gravuras com o retrato dos líderes anabaptistas [[Jan van Leyden]] e [[Berndt Knipperdolling]], que ao tempo já se encontravam presos e dos quais apenas circulavam caricaturas. No ciclo de pinturas ''Poder da Morte'', visivelmente executado sob a influência de [[Hans Holbein]], Aldegrever critica os vícios atribuídos à [[Igreja Católica Romana]].
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