Mário Couto: diferenças entre revisões

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Mário Couto Filho (Salvaterra, 14 de janeiro de 1946) é um administrador de empresas e político brasileiro. Atualmente filiado ao Partido Progressista (PP), Couto é conhecido pelo temperamento forte e frequentes envolvimentos em bate-bocas. Foi um dos críticos mais severos ao Partido do Trabalhadores (PT) durante sua candidatura no Senado Federal, chegando a chamar os colegas de ladrões durante pronunciamento.<ref>{{Citar periódico|data=2012-10-30|titulo=Senador tucano chama colegas de ladrões e provoca revolta|url=https://oglobo.globo.com/brasil/senador-tucano-chama-colegas-de-ladroes-provoca-revolta-6586433|jornal=O Globo|lingua=pt-BR}}</ref>
'''Mário Couto Filho''' ([[Salvaterra (Pará)|Salvaterra]], [[14 de janeiro]] de [[1946]]) é um [[Administração|administrador]] [[Empresa|de empresas]] e [[Política|político]] [[brasil]]eiro. Atualmente filiado ao [[Partido Progressista]] (PP).
 
== Carnaval Paraense ==
Em 1982 Mário Couto funda no bairro do Guamá, a [[Grêmio Recreativo Guamaense Arco-Íris|Sociedade Recreativa Cultural e Carnavalesca Arco-Íris]], uma escola de samba da cidade de Belém do Pará, no Estado do Pará. Nascendo através de um alto investimento e integrando o grupo principal do carnaval paraense, a agremiação estava disposta a acabar com a supremacia da escola [[Rancho Não Posso Me Amofiná]], até então absoluta campeã das edições anteriores.
 
A agremiação contou com o apoio de dois nomes de proa da [[Beija-Flor (escola de samba)|Beija-Flor de Nilópolis]] (do RJ): o carnavalesco Joãozinho Trinta e diretor de harmonia Laíla.
 
Finalmente em 1983, o esforço compartilhado de Mario Couto com a Comunidade do bairro do Guamá culminou no título de Campeã do Carnaval Paraense em 1983.
 
== Carreira Política ==
Graduado em [[Administração]] pela [[Universidade Federal do Pará|Universidade Federal do Pará,]] Mário Couto começou ainiciou sua vida pública após presidir o antigo [[Departamento Nacional de Estradas de Rodagem|Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER)]] do Pará. Cumpriuem 41990, mandatosquando consecutivosingressou comono [[deputado estadual]] do ParáPDS (de [[1990]]Partido aDemocrático [[2006]]Social), tendopelo presididoqual tambémse a [[Assembleia Legislativa do Estado do Pará]] (ALEPA)elegeu, período no qualmesmo acumulouano, aDeputado maiorEstadual parteno dos seus processos criminais por fraudePará.
 
Cumpriu 4 mandatos consecutivos como deputado estadual (de 1990 a 2006). Neste ínterim, mudou de partido duas vezes: para o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) em 1993 e para o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) em 1997. Foi conduzido à presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (ALEPA), para os biênios de 2003/2004 e 2005/2006
 
Foi eleito Senador da Republica em 2006 com 51,87% dos votos válidos (então 1.456.587 eleitores)<ref>{{Citar web|url=http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes2006/0,,AUA0-6297-5,00.html|titulo=G1 > Eleições 2006 > Pará - APURAÇÃO ESTADUAL|acessodata=2018-03-13|obra=g1.globo.com|lingua=pt-br}}</ref> compondo a então coligação União pelo Pará<ref>{{Citar periódico|data=2017-08-07|titulo=Eleições estaduais no Brasil de 2006|url=https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Elei%C3%A7%C3%B5es_estaduais_no_Brasil_de_2006&oldid=49515975|jornal=Wikipédia, a enciclopédia livre|lingua=pt}}</ref>. Completavam a chapa do então tucano, os suplentes Demetrius Fernandes Ribeiro e Sydney Jorge Rosa, respectivamente.
Cilene havia sido envolvida como uma das principais articuladoras das fraudes em licitações durante a gestão de Mário Couto à frente da ALEPA<ref name=":0">{{Citar web|titulo = Senador que fala em 'ética' é réu em 11 processos por corrupção|url = http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/04/senador-que-fala-em-etica-e-reu-em-11-processos-por-corrupcao.html|website = Pragmatismo Político|acessodata = 2016-02-04}}</ref>
 
Despedindo-se do Senado em 2014, após ser derrotado pelo petista Paulo Rocha nas eleições estaduais no Pará em 2014, o então Senador Mario Couto chegou a anunciar um novo pedido de impeachment da então Presidente Dilma Rousseff que foi posteriormente arquivado pela casa.<ref>{{Citar periódico|data=2014-11-25|titulo=Mário Couto apresenta novo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff|url=https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2014/11/25/mario-couto-apresenta-novo-pedido-de-impeachment-da-presidente-dilma-rousseff|jornal=Senado Federal|lingua=pt-BR}}</ref>
Em 2015, após sua derrota na disputa pela reeleição ao Senado no ano anterior, Couto desfilia-se do PSDB, estando sem filiação partidária até 2017, quando assinou a ficha de filiação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), porém em novembro do mesmo filia-se ao Partido Progressista (PP) já visando concorrer às eleições de 2018.
 
Em 2015, após sua derrota na disputa pela reeleição ao Senado Federal, Couto desfilia-se do PSDB, entendendo que fora prejudicado pelo partido na corrida eleitoral, mais precisamente pelo Governador do Estado do Pará Simão Jatene (PSDB) que articulou a candidatura de 6 candidatos ao Senado Federal, incluindo Mário Couto, na coligação "Juntos Com o Povo".
 
Permaneceu sem partido até outubro de 2017, quando assinou a ficha de filiação partidária pelo Partido Progressista (PP), não definindo publicamente, no entanto, seu próximo passo na vida pública.
 
== Processos e Acusações ==
 
As fotos e matérias da época dos jornais DIÁRIO DO PARÁ, A Província do Pará e do próprio O Liberal, ainda produziram no senador mais uma de suas habituais crises de cinismo.<ref>{{Citar web|titulo = Senador que fala em 'ética' é réu em 11 processos por corrupção|url = http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/04/senador-que-fala-em-etica-e-reu-em-11-processos-por-corrupcao.html|website = Pragmatismo Político|acessodata = 2016-02-04}}</ref>
 
Embora se reconheça nas fotos e admita que, de fato, participou na ocasião das entrevistas coletivas feitas pelos bicheiros, Mário Couto nega que tenha pertencido à mesma categoria.
 
=== Estelionato ===
 
=== Racismo e Discriminação ===
O político-empresário-contraventor também foi acusado de racismo por Edisane Gonçalves de Oliveira, uma moradora de Salinópolis a quem ofendeu verbalmente, caso que resultou em processo por abuso de autoridade de No. 0001100-59.2012.814.48 e que foi encaminhado pelo juiz Eduardo Rodrigues de Mendonça Freire em setembro de 2014 passado ao STF.<ref>{{Citar web|titulo = Estelionato é a mais nova jogada de Mário Couto {{!}} Notícias JusBrasil|url = http://amepa.jusbrasil.com.br/noticias/100373147/estelionato-e-a-mais-nova-jogada-de-mario-couto|website = JusBrasil|data = 2016-02-04|acessodata = 2016-02-04}}</ref><ref>{{Citar web|titulo = Família de mulher xingada de "macaca" por Senador Mário Couto é perseguida - Anonymous Brasil|url = http://www.anonymousbrasil.com/brasil/familia-de-mulher-xingada-de-macaca-por-senador-mario-couto-e-perseguida/|website = Anonymous Brasil|acessodata = 2016-02-04}}</ref>{{referências}}
 
== Ficha Limpa e Voto Secreto ==
Apesar da inúmeras acusações proferidas por blogs e portais de esquerda contra Mário Couto, este foi ferrenho defensor da Lei da Ficha Limpa e do fim do voto secreto durante seu mandato no Senado Federal.<ref>{{Citar periódico|data=2010-05-13|titulo=Mário Couto defende o Ficha Limpa e pede fim do voto secreto em decisões do Parlamento|url=https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2010/05/13/mario-couto-defende-o-ficha-limpa-e-pede-fim-do-voto-secreto-em-decisoes-do-parlamento|jornal=Senado Federal|lingua=pt-BR}}</ref>
 
Mário Couto não possui nenhum processo penal, e portanto na condição de "ficha limpa", encontra-se apto para aplicação de candidatura política.<ref>{{Citar web|url=http://www.revolucaobrasileira.com.br/PSDB/Mario_Couto|titulo=Mário Couto {{!}} Senado Federal {{!}} PSDB {{!}} Revolução Brasileira|acessodata=2018-03-28|obra=www.revolucaobrasileira.com.br|ultimo=Campos|primeiro=Revolução Brasileira, Samuel Santos|lingua=pt-br}}</ref>
 
== Publicações ==
Mário Couto publicou duas biografias com bastidores de sua vida pública. A primeira delas, Eu e a Política, foi publicada em 2011 e traz o relato da ascensão de Mário Couto à vida pública, desde a crescente popularidade no então Grêmio Recreativo Guamaense Arco-Íris a fatídica derrota do então candidato ao Governo do Estado Almir Gabriel nas eleições de 2006. Couto revela ainda nesta obra, a face corrompida da política brasileira.
 
Em sua segunda obra, A Política: doa a quem doer, publicada em 2017, Couto traz relatos dos bastidores da política nacional e do Pará, fazendo duras críticas ao atual sistema político, bem como expondo a face obscura de alguns de seus colegas.<ref>{{Citar periódico|data=2017-10-19|titulo=Ex-senador Mário Couto lançará livro com revelações escandalosas - Jornal O Impacto|url=http://oimpacto.com.br/2017/10/19/ex-senador-mario-couto-lancara-livro-com-revelacoes-escandalosas/|jornal=Jornal O Impacto|lingua=pt-BR}}</ref>{{referências}}
 
==Ligações externas==
Utilizador anónimo