Diferenças entre edições de "Ramo de Saxe-Coburgo e Bragança"

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{{mais fontes|data=dezembro de 2009}}
{{Info/Casa real
| nome = Ramo de Saxe-Coburgo e Bragança
| nome original =
| brasão = Ficheiro:COA Dinasty Saxe-Coburgo-Bragança (blazon).svg
| imgw = 200px
| legenda = Brasão do ramo Saxe-Coburgo-Bragança.
| status =
| país = {{flagicon image|Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg|size=22px}} [[Império do Brasil]]
| títulos =
| fundador = [[Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota]] e [[Leopoldina de Bragança e Bourbon]]
| ano de fundação = [[1864]]
| dinastia de origem = [[Dinastia capetiana|Capetiana]] - [[Dinastia Wettin|Wettin]]
| etnia = [[Caucasiana]]
| atual soberano = [[FicheiroImagem:Dom Carlos Tasso.jpg|15px|Pretendente]] [[Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança|Carlos Tasso]]
| último soberano =
| linhagem secundária = -
| notas = ¹ [[Questão dinástica brasileira]]
}}
O ramo de '''Saxe-Coburgo e Bragança''' constitui um dos ramos da [[Casa Imperial do Brasil]].
 
== História ==
 
Teve origem com o casamento de [[Dona (título)|Dona]] [[Leopoldina de Bragança e Bourbon|Leopoldina de Bragança]], [[Príncipe do Brasil (Brasil)|princesa do Brasil]], filha do imperador D. [[Pedro II do Brasil]], com o [[Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota|príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota]], celebrado em [[15 de dezembro]] de [[1864]]. Desta união foram gerados quatro filhos; entretanto, somente os dois mais velhos, [[Pedro Augusto, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gota|Pedro Augusto]] e [[Augusto Leopoldo, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gota|Augusto Leopoldo]], permaneceram com a [[nacionalidade brasileira]]. Pedro Augusto não teve descendência e passou a chefia do ramo aos descendentes de seu irmão, que já era falecido quando D. Pedro Augusto morreu.
 
Augusto Leopoldo, exilado em [[Viena]], [[Império Austro-Húngaro]], casou-se em [[1894]] com [[Carolina Maria de Áustria-Toscana]], [[arquiduquesa da Áustria]] e neta do grão-duque [[Leopoldo II de Toscana]]. Dessa união, nasceram oito filhos, dos quais a princesa Teresa Cristina (nascida em [[1902]]) foi a única que permaneceu com a nacionalidade brasileira, bem como seus filhos.<ref name="Lessa">[[#refLessa{{citar periódico|último=Lessa]],|primeiro=Clado 132Ribeiro de|título=O Segundo Ramo da Casa Imperial e a nossa Marinha de Guerra|jornal=Revista do Instituto Historico e Geografico Brasileiro|volume=211|ano=1951|páginas=118-133|issn=0101-4366}}</ref>
 
Teresa Cristina casou-se em [[Salzburgo]] com [[Lamoral de Taxis]], [[barão]] de Bordogna e Valnigra, radicado na [[Itália]] e pertencente à família principesca de [[Casa de Thurn und Taxis|Thurn und Taxis]]. O barão permitiu que seus filhos fossem registrados como brasileiros,<ref name="Lessa"/> para que pudessem permanecer na linha sucessória dos Braganças brasileiros. Esse casal deixou como herdeiro de seus nomes e tradições [[Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança]].
 
Há que se salientar que entre os membros deste ramo não manteriam a dignidade de [[Dom (título)|Dom]], visto que, pelas regras nobiliárquicas [[luso-brasileira]]s, tal título não é transmitido pela via materna, no caso D. Leopoldina Teresa. Entretanto, após a morte de [[Leopoldina de Bragança e Bourbon|Dona Leopoldina]], princesa do Brasil casada com o príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota, seus dois primeiros filhos varões, Pedro Augusto e Augusto Leopoldo, foram levados ao Brasil para serem criados como [[Linha de sucessão ao trono brasileiro|herdeiros do trono imperial brasileiro]], haja vista a dificuldade da [[Príncipe Imperial do Brasil|princesa imperial]], [[Isabel do Brasil|D. Isabel]], para gerar filhos. Os príncipes Augusto Leopoldo e Pedro Augusto passaram a receber o tratamento de [[Alteza]] e de [[Dom (título)|Dom]], sendo, para todos os efeitos, [[Príncipe do Brasil (Brasil)|príncipes do Brasil]]. Entretanto, tal condição fragilizou-se com o nascimento de [[Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança|D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança]], primeiro varão de [[Isabel do Brasil|D. Isabel]] e do [[conde d'Eu]], e de seus irmãos. Contudo, mesmo que [[Pedro Augusto, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gota|Pedro Augusto]] e [[Augusto Leopoldo, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gota|Augusto Leopoldo]] fossem tratados como tais por aquele breve período, oficialmente, eram [[Saxe-Coburgo-Gota|príncipes de Saxe-Coburgo-Gota]]{{careceCarece de fontes|data=junho de 2017}}, sem o tratamento de [[Dom (título)|Dom]], somente de [[Alteza]]{{careceCarece de fontes|data=junho de 2017}}.
 
== Chefes do ramo de Saxe-Coburgo e Bragança ==
# [[Leopoldina de Bragança e Bourbon|Leopoldina Teresa de Bragança e Bourbon]] (1847–1871). Filha do imperador [[Pedro II do Brasil|D. Pedro II]] e da imperatriz [[Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias|D. Teresa Cristina]].
# [[Pedro Augusto de Saxe-Coburgo e Bragança]] (1871–1934). Filho mais velho de [[Leopoldina de Bragança e Bourbon|Leopoldina Teresa]] e do príncipe [[Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota]].
# [[Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança]] (1990–). Filho de [[Teresa Cristina de Saxe-Coburgo-Gota e Bragança|Teresa Cristina]] e do barão Lamoral Taxis de Bordogna e Valnigra.
 
== Lista de membros notáveis ==
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|}
 
{{referências|col=1}}
 
==Bibliografia==
* <cite id=refLessa>Lessa, Clado Ribeiro de. ''O Segundo Ramo da Casa Imperial e a nossa Marinha de Guerra'', ''in'' Revista do Instituto Historico e Geografico Brasileiro, vol. 211, 1951, p. 118-133 (ISSN 0101-4366)</cite>
== Ver também ==
* [[Chefe da Casa Imperial Brasileira]]
* [[Casa de Bragança-Saxe-Coburgo-Gota]]
 
{{Referências}}
 
{{Família Imperial Brasileira - gerações}}
105 617

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