Diferenças entre edições de "Mário Couto"

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Fatos relacionados à desfiliação partidária. Adiciono 2 citações.
(Informações referentes ao duplo pedido de Impeachment da presidente. 2 Citações incluídas ao texto.)
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(Fatos relacionados à desfiliação partidária. Adiciono 2 citações.)
 
Em uma segunda tentativa e já despedindo-se do Senado em 2014, após ser derrotado pelo petista Paulo Rocha nas eleições estaduais no Pará em 2014, o então Senador Mario Couto chegou a anunciar um novo pedido de impeachment da então Presidente [[Dilma Rousseff]] que foi posteriormente arquivado pela presidência do Senado<ref>{{Citar periódico|data=2014-11-25|titulo=Mário Couto apresenta novo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff|url=https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2014/11/25/mario-couto-apresenta-novo-pedido-de-impeachment-da-presidente-dilma-rousseff|jornal=Senado Federal|lingua=pt-BR}}</ref>.
 
=== Mudança de Partido ===
Em 2015, após sua derrota na disputa pela reeleição ao Senado Federal, Couto desfilia-se do PSDB, entendendo que fora prejudicado pelo partido na corrida eleitoral, mais precisamente pelo Governador do Estado do Pará [[Simão Jatene]] (PSDB), quem Mário Couto chegou a ofender publicamente<ref>{{Citar periódico|titulo=Mário Couto chama Jatene de "safado" e ameaça deixar o PSDB|url=https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/felipe-patury/noticia/2014/06/mario-bcouto-chama-jatene-de-safadob-e-ameaca-deixar-o-psdb.html|jornal=epoca.globo.com|lingua=pt-br}}</ref>. Segundo Couto, o Governador teria articulado a candidatura de 6 aspirantes ao Senado Federal, incluindo Mário Couto, na coligação "Juntos Com o Povo". Com isso, restou à Mário Couto escassos 60 segundos para a realização de sua propaganda eleitoral gratuita frente aos 6 minutos de seu principal adversário [[Paulo Rocha (político)|Paulo Rocha]] (PT). Segundo informou à imprensa e em uma de suas publicações, a consequência direta do fato foi que o petista dispunha de vastos minutos para proferir acusações, enquanto ele - Mario Couto - não tinha tempo suficiente para se defender e esclarecer os fatos em que fora direta ou indiretamente citado<ref>{{citar livro|título=A Política: Doa a Quem Doer|ultimo=COUTO|primeiro=Mário|editora=Samauma|ano=2017|local=Belém|páginas=|acessodata=}}</ref>.
 
Permaneceu sem partido até outubro de 2017, quando assinou a ficha de filiação partidária pelo [[Partido Progressista (Brasil)|Partido Progressista]] (PP)
 
== Crimes e Processos que responde como Réu ==
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