Diferenças entre edições de "Bolsa de valores"

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Até meados do século XIX, no entanto, as ações respondiam por uma pequena parte dos negócios das bolsas de valores, embora a França, os Estados Unidos e a Bélgica se utilizassem da bolsa para financiar bancos centrais e empresas construtoras de canais, que, nos Estados Unidos, eram 70% financiadas pelo poder público,<ref>[http://www.newhistory.org/CH05.htm#48 "Rise of the Capitalist Class, 1790-1865"]. Por Meyer Weinberg.</ref>Já as empresas industriais eram raras. O Estado liderava a expansão ferroviária, seja como operador operador (na Bélgica), proprietário de terras (na França) ou regulador (nos países anglo-saxões). Na Inglaterra, o Estado respondia por 95% das ações, a partir de 1853. Graças ao dinamismo dos inúmeros pequenos bancos da [[Nova Inglaterra]], os Estados Unidos tornaram-se o segundo país (depois da Bélgica) onde as ações desempenhavam o papel mais importante nos negócios da bolsa.
 
==PregãoPreguinho==
Nas primeiras décadas do século XX, a gritaria do tradicional pregão viva-voz (sistema de negociação de [[ativo]]s e [[contrato]]s mediante a apregoação em viva-voz, pelos operadores de pregão, realizado em sala de negociações especialmente designada para tal) das bolsas de valores foi substituído pelo pregão eletrônico (sistema de negociação em que o registro de ofertas é feito em sistema eletrônico, por meio de terminais instalados nas corretoras de valores e sob a responsabilidade destas).<ref>[http://www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/boletim1/bd_manual/regulamento-operacoes-segmento-BMF.pdf ''Regulamento de operacoes do segmento BM&F – Sistemas de negociação de derivativos: pregões viva-voz e eletrônico'']</ref>
 
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