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===Idade Média===
A ''Generalitat de Catalunya'' tem as suas origens nas [[Cortes Reais Catalãs]], as quais, durante o reinado de [[Jaime I de Aragão|Jaime I]] (1208-1276), reuniam-se convocadas pelo [[rei]] como representativas dos estratos sociais da época.
[[Ficheiro:St_George's_Cross_Crowned_Badge.svg|miniaturadaimagem|186x186px|Antigo emblema da Generalitat.]]
 
Durante o reinado de [[Pedro III de Aragão]], dito ''Pere, el Gran'' ("Pedro, o Grande") (1276-1285) as Cortes Reais Catalãs tomaram forma institucional. O rei obrigou-se a celebrar o ''General Cort'' a cada ano. As cortes exerciam funções de conselho e também legislativas por meio dos três "braços" que as componham: O braço eclesiástico ([[clero]]), o braço militar ([[nobreza]]) e o braço popular ou câmara real (vilas e cidades submetidas diretamente ao governo do rei). O conjunto era chamado de ''Lo General de Cathalunya''.
A Generalitat da Catalunha deriva da instituição medieval que governou, em nome do rei da coroa de Aragão, alguns aspectos da administração do Principado da Catalunha. A primeira constituição catalã é a dos Tribunais de Barcelona desde 1283.
[[La Pau i Treva de Déu]] foi um movimento social promovido no século XI como a resposta da Igreja e dos camponeses às violências perpetradas pelos nobres feudais. A origem dos tribunais catalães pode ser considerada.
As cidades de origem, então, delimitaram um espaço protegido de violência feudal. No entanto, para garantir um clima de convivência, foi necessário ir mais além, estabelecendo uma autoridade que proibia a prática de qualquer tipo de ato violento em qualquer parte do território. Este foi o objetivo das assembleias de Paz e Trégua de Deus, a primeira das quais, nos condados catalães, ocorreu em Toluges (Roussillon), em 1027, sob a presidência do Abade Oliba, em nome do Bispo Berenguer d'Elna. , ausente da diocese porque estava em peregrinação.
Outro precedente medieval - a [[Diputació del General de Catalunya]] (Deputado do General da Catalunha, onde "Geral" significa a comunidade política dos catalães e não a classe militar) - que os legisladores de 1931 consideravam apropriado para invocar como base legitimadora autogoverno contemporâneo.
O passado político da Catalunha como uma comunidade territorialmente diferenciada, tendo suas próprias instituições representativas e autônomas, com respeito ao poder soberano da soberania dos [[Condados da Catalunha]] no ano 988 - 1.283, monarquias aragonesas (1283-1516) e monarquias castelhanas (1516-1808) e do estado constitucional espanhol (desde 1812), pode ser dividido em quatro etapas, separadas por três grandes rupturas na ordem legal / pública.
 
O primeiro passo em direção à instituição da ''Generalitat'' produz-se nas cortes celebradas em [[Monzón]] (em [[Aragão]]) no ano de [[1289]], quando é designada uma Diputação do Geral, comissão temporal para recaptar o "serviço" ou tributo que os "braços" concediam ao rei, por petição sua. Este imposto conhecia-se popularmente como ''Drets de General'' ("Direitos do Geral") ou ''generalitat'', nome este que se exportou à [[França]], onde se criaram as ''Généralités'', distritos fiscais. Com o tempo, o nome oficioso de ''Generalitat'' acabou por substituir o nome oficial de ''Diputació del General''.<ref>{{Citar web|url=http://web.gencat.cat/ca/generalitat/historia/historia_1/|titulo=La Diputació del General (segles XIV-XVII)|acessodata=2017-03-07|obra=Generalitat de Catalunya|lingua=ca-ES}}</ref>
'''Primeira abolição'''
 
Instituições catalãs que dependiam da Generalitat foram abolidas no que é atualmente conhecido na Catalunha como Catalunha do Norte, um ano após a assinatura do Tratado dos Pirineus no século 17, que transferiu o território da soberania espanhola para a francesa.
 
Então, no início do século XVIII, quando os decretos da Nueva Planta foram aprovados na Espanha, a instituição foi abolida no território espanhol também.
 
'''Primeira restauração'''
 
Nota de banco da Generalitat de Catalunya, 1936
 
A Generalitat da Catalunha foi restaurada na parte sul da Catalunha e recebeu sua moderna função política e representativa como o governo regional da Catalunha em 1932, durante a Segunda República Espanhola. [10]
 
Depois que a coalizão de direita venceu as eleições espanholas em 1934, os líderes esquerdistas da Generalitat da Catalunha se rebelaram contra as autoridades espanholas, e ela foi temporariamente suspensa de 1934 a 1936.
 
'''Segunda abolição''' Em 1939, quando a Guerra Civil Espanhola terminou com a derrota do lado republicano, a Generalitat da Catalunha como uma instituição foi abolida e permaneceu assim durante toda a ditadura franquista até 1975. O presidente da Generalitat na época, Lluís Companys, foi torturado e executado em outubro de 1940 pelo crime de "rebelião militar".
 
=== Second restoration[edit] ===
The succession of presidents of the ''Generalitat'' was maintained in exile from 1939 to 1977, when Josep Tarradellas returned to Catalonia and was recognized as the legitimate president by the Spanish government. Tarradellas, when he returned to Catalonia, made his often quoted remark "''Ciutadans de Catalunya: ja sóc aquí''" ("Citizens of Catalonia: I am back!"), reassuming the autonomous powers of Catalonia, one of the historic nationalities of present-day Spain.
 
After this, the powers given to the autonomous Catalan government according to the Spanish Constitution of 1978 were transferred and the Statute of Autonomy of Catalonia (''Estatut d'Autonomia'') was passed after being approved both by referendum in Catalonia and by the Spanish parliament.
 
Nota de banco da Generalitat de Catalunya, 1936
 
A Generalitat da Catalunha foi restaurada na parte sul da Catalunha e recebeu sua moderna função política e representativa como o governo regional da Catalunha em 1932, durante a Segunda República Espanhola. [10]
 
Depois que a coalizão de direita venceu as eleições espanholas em 1934, os líderes esquerdistas da Generalitat da Catalunha se rebelaram contra as autoridades espanholas, e ela foi temporariamente suspensa de 1934 a 1936.
 
===República e autonomia===
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