Diferenças entre edições de "Rosa-cruz"

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Apesar do sucesso da tese de Yates, os historiadores Richard van Dülmen, Martin Brecht e Roland Edighoffer reconstituíam os fatos graças a uma pesquisa histórica aprofundada, que aconteceu a partir de 1977. Brecht e Edighoffer estudaram, ao mesmo tempo e independentemente um do outro, e finalmente provaram a autoria dos manifestos. Andreae se fez conhecer como o autor dos textos (sua “obra pessoal”) e Tobias Hess, defensor do milenarismo e partidário de Paracelso (que, como afirma o historiador Carlos Gilly, "Andreae honrou e defendeu após sua morte, como pai, irmão, mestre, amigo e companheiro"), teria sido o mestre e iniciador do grupo de onde saíram os manifestos da Rosa-Cruz.
 
Muitos procuraram responder ao "chamado" emitido pelos rosacruzes no {{séc|XVII}}, não apenas naquele séculos, mas também nos seguintes, quando várias organizações com o nome ''Rosacruz'' surgiram. Também no {{séc|XX}} surgiram muitas organizações com este nome, todas elas de certa forma co-herdeiras do tesouro espiritual da Rosacruz do {{séc|XVII}}..
 
== Princípios e objetivos ==
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