Diferenças entre edições de "História de Israel"

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Os movimentos nacionalistas nos países do Norte da África empurraram os judeus destes países à [[aliá]]. Entre [[1955]] e [[1957]] mais 55 mil judeus marroquinos e 15 mil tunisianos deixaram seus países de origem. A revolução na [[Hungria]], em [[1956]] e a repressão comunista na [[Polônia]] geraram mais ondas migratórias: 8.682 judeus húngaros e outros milhares de poloneses chegaram a Israel até o final da década.
 
Após a [[Guerra dos Seis Dias]], em [[1967]], os judeus do Egito foram expulsos. 14.562 destes imigrariam para Israel. As cidades de [[Dimona]] e [[AshdodAsdode]], além das regiões de [[Lachish]] e [[Taanach]] foram povoadas com estes ''olim'' (imigrantes).
 
A Guerra dos Seis Dias também gerou uma onda de anti-judaísmo nos países sob a esfera de influência soviética. Os judeus da União Soviética eram proibidos de deixar o país, mas a partir de [[1969]] a reivindicação dos judeus soviéticos pelo direito a imigração possibilitou um ligeiro incremento no número destes ''olim''. Na Polônia, pogroms foram registrados em 1967 e mais cinco mil judeus imigraram. Até [[1973]], ano da Guerra do Yom Kippur, 260 mil judeus desembarcaram em Israel, a maioria de países socialistas.