Ana de Hohenstaufen: diferenças entre revisões

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|nome =Ana de Hohenstaufen
|título =[[Imperatriz-consorte de Niceia]]
|imagem =
|legenda =
|reinado = {{dtlink|||1244}}–{{dtlink|3|11|1254}}
|outrostítulos =
|nome completo =Constança de Hohenstaufen
|antecessor =[[Irene Lascarina]]
|sucessor =[[Helena Asenina da Bulgária|Helena Asenina]]
|herdeiro =
|consorte =[[João III Ducas Vatatzes]]
|esposa 1 =
|filhos =
|dinastia =[[Hohenstaufen]] (nasc.)<br />[[Dinastia lascárida|Láscaris]] (matr.)
|pai =[[Frederico II (imperador do Sacro Império Romano-Germânico)|Frederico II]]
Ana seria imperatriz até à morte do seu marido a 3 de novembro de 1254, quando o seu enteado [[Teodoro II Láscaris]] sucedeu ao trono. Por esta altura já Frederico&nbsp;II havia falecido. Segundo as crônicas permaneceu em Niceia durante os reinados de Teodoro e do seu sucessor [[João IV Láscaris]] (1259–1261).Segundo Alice Gardner, por ser útil como refém para os restantes membros dos [[Hohenstaufen]], particularmente o seu irmão, [[Manfredo da Sicília]].
 
João IV permaneceu menor de idade durante todo o seu breve reinado. Seu regente e co-imperadorcoimperador era {{lknb|Miguel|VIII Paleólogo}}, que manobrou para tirar o poder de João IV e, depois que [[Aleixo Estrategópulo]] [[reconquista de Constantinopla|recapturou Constantinopla]], a capital do [[Império Latino]] e também do antigo [[Império Bizantino]], Miguel depôs João IV e depois [[mutilação política na cultura bizantina|mandou cegá-lo]]. De acordo com Paquimeres, por volta da mesma época, Miguel se apaixonou por Ana e tentou se casar com ela, mas a imperatriz viúva o rejeitou. Deno Geanakoplos lembra que ''"o que atesta contra a afirmação de Paquimeres, porém, é a questão do motivo de Miguel, meramente pelo amor de Ana, estar disposto a arriscar uma quase certa [[excomunhão]] pelo [[patriarca de Constantinopla|patriarca]] [[Arsênio de Constantinopla|Arsênio]] sem nenhum ganho político de maior importância"''. O objetivo de Miguel era assegurar uma aliança com o irmão dela, Manfredo, mas, depois da recusa, a raiva da [[Teodora Ducaina Vatatzina|esposa de Miguel]] e a ameaça de uma censura por Arsênio convenceram Miguel a abandonar o assunto. Ela recebeu presentes magníficos e permissão para criar sua própria corte no [[Reino da Sicília]] em 1263. Este gesto assegurou a libertação do general Estrategópulo, que havia sido capturado pelo [[déspota do Epiro]] [[Miguel II Comneno Ducas]].<ref>Geanakoplos, ''Emperor Michael Palaeologus and the West'' (Cambridge: Harvard University Press, 1959), pp. 144f</ref>
 
Novamente chamada de Constança, a ex-imperatriz se juntou à corte de Manfredo. Quando ele morreu, em 25 de fevereiro de 1266 na [[Batalha de Benevento (1266)|Batalha de Benevento]], e foi sucedido por seu adversário, [[Carlos I de Nápoles|Carlos de Anjou]], Constança fugiu da corte siciliana para a de {{lknb|Jaime|I de Aragão}}, onde se juntou à sobrinha, [[Constança da Sicília (1249-1302)|Constança da Sicília]], que era filha de Manfredo e [[rainha consorte]] de [[Pedro III de Aragão]].