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Em 2001, o BOPE adotou veículos blindados batizados como Caveirões para proteger PMs em incursões em favelas. Com isso, o batalhão foi fortemente criticado pelas entidades de direitos humanos por ter estampada a insígnia da caveira trespassada por um punhal.<ref name=":6">{{citar web|url=http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2013-01-28/bope-supera-traumas-evolui-e-chega-aos-35-anos-com-nova-imagem-de-pacificador.html|titulo=Bope supera traumas, evolui e chega aos 35 anos com nova imagem, de pacificador|data=28 de janeiro de 2013|acessodata=11 de março de 2016|obra=Último Segundo - iG|publicado=|ultimo=Gomide|primeiro=Raphael}}</ref>
 
O BOPE foi responsável por treinar tropas do [[Exército Brasileiro]] para a [[Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti]] (MINUSTAH), nos morros cariocas, antes dos [[soldado|soldados]] partirem para o [[Caribe]].<ref name=":10" />
 
=== Tropa de Elite (2007) ===
Em 2007, estreou nos cinemas a adaptação do livro [[Elite da Tropa]], escrito pelo [[antropólogo]] e ex-[[Secretário de Segurança Pública]] [[Luiz Eduardo Soares]], Major do BOPE [[André Batista]] e ex-Capitão [[Rodrigo Pimentel]]: [[Tropa de Elite (2007)|Tropa de Elite]], dirigido por [[José Padilha]]. O filme, que fala sobre a missão de extermínio do tráfico nas favelas para aguardar a chegada do [[Papa João Paulo II|Papa]] e a substituição de dois capitães do BOPE, se tornou, com apenas duas semanas, a produção mais vista e comentada da história do cinema brasileiro, embora mais de 11 milhões (80%) dos espectadores tenham assistido sua versão pirata, vendida em camelôs. Com o filme, o BOPE se tornou um super-herói brasileiro e um sucesso estrondoso do público. A média de e-mails enviados à unidade, que até então era de 400 por semana, passou a 400 por dia (recados de felicitação do combate ao crime e pedidos de visita ao batalhão). Houve universitários interessados em desenvolver teses acadêmicas sobre os policiais.<ref name=":7" /> Várias emissoras insistiam em fazer documentários televisivos e reportagens sobre o BOPE.
 
Com o sucesso, vieram também as críticas. Era dito que Tropa de Elite fazia apologia à tortura e sua violência, verbal ou física, muito criticada. Mário Sérgio Brito Duarte, na época comandante do BOPE e depois comandante-geral da força, deplorou a obra, em artigo. Independente disso, o filme levou milhares a postularem uma vaga na PM e o esquadrão aproveitou para reinventar a imagem da tropa (quebrada após o 174) e angariar apoio no governo para obter equipamento e treinamento.<ref name=":6" />