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O Brasil foi criado como um Reino em 16 de dezembro de 1815, quando o [[João VI de Portugal|Príncipe D. João]], [[Príncipe do Brasil]], que atuava como [[Regência (governo)|regente]] de sua mãe doente, [[Maria I de Portugal|a Rainha Dª. Maria I]], elevou a colônia ao status de [[País|país constituinte]] do [[Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves|Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve]].<ref>{{citar livro|último =Vianna|primeiro =Hélio|título=História do Brasil: período colonial, monarquia e república|publicadopor=Melhoramentos|ano=1994|local=São Paulo|isbn=|língua=Spanish}}</ref> Enquanto a Corte Real, ainda baseada no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], D. João ascendeu como Rei do Reino Unido no ano seguinte, e voltou para Portugal em 1821,<ref name="Pedro1">{{citar web|url=http://historicaltextarchive.com/sections.php?op=viewarticle&artid=427|autor =Miller, James|título=Pedro II, Emperor of Brazil|publicadopor=Historical Text Archive|acessodata=17 de dezembro de 2008}}</ref> deixando o seu filho, [[Pedro I do Brasil|D. Pedro de Alcântara]],[[Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves| Príncipe Real do Reino Unido]], como seu Regente no [[Reino do Brasil]]. Em setembro do mesmo ano, o [[Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa|Parlamento Português]], ameaçou diminuir a autonomia do Brasil para que voltasse ao sua anterior condição de  colônia, desmantelaram todas as Agências Reais no Rio de Janeiro, e exigiu que Dom Pedro de Alcântara  voltasse para [[Lisboa]].<ref name="Pedro1">{{citar web|url=http://historicaltextarchive.com/sections.php?op=viewarticle&artid=427|autor =Miller, James|título=Pedro II, Emperor of Brazil|publicadopor=Historical Text Archive|acessodata=17 de dezembro de 2008}}</ref> O Príncipe, porém, temendo que estes movimentos, desencadeasse movimentos separatistas se recusou a cumprir; em vez disso, a insistência de seu pai, ele [[Independência do Brasil|Declarou o Brasil uma Nação Independente]] em 7 de setembro de 1822, levando à formação do [[Império do Brasil]], uma [[Monarquia  Constitucional]]. D. Pedro tornou-se o primeiro Imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822, com o título de D. Pedro I (data em que foi formalmente oferecido o Trono do recém-criado Império, ao aceitar, e foi aclamado como [[Lista de monarcas do Brasil|Monarca]]), e sua coroação teve lugar no dia 1 de dezembro de 1822,<ref>{{citar livro|último =Vainfas|primeiro =Ronaldo|título=Dicionário do Brasil Imperial|publicadopor=Objetiva|ano=2002|local=Rio de Janeiro|língua=Spanish}}</ref> Depois de D. Pedro [[Abdicação|abdicar]] do trono em 7 de abril de 1831, o Império Brasileiro desfrutou apenas de um monarca: D. [[Pedro II do Brasil|Pedro II]],<ref name="Pedro1">{{citar web|url=http://historicaltextarchive.com/sections.php?op=viewarticle&artid=427|autor =Miller, James|título=Pedro II, Emperor of Brazil|publicadopor=Historical Text Archive|acessodata=17 de dezembro de 2008}}</ref>  que reinou durante 58 anos antes de um [[Golpe de Estado]] que derrubou a Monarquia em 15/11/1889. Há dois pretendentes para o extinto Trono Brasileiro: [[Luís Gastão de Orléans e Bragança|o Príncipe D. Luís de Orléans-Bragança]], chefe da seção de Vassouras, ramo da [[Família imperial brasileira|Família Imperial Brasileira]], e, de acordo com as reivindicações legitimistas, ''de jure'' , o Imperador do Brasil e [[Pedro Carlos de Orléans e Bragança|D. Pedro Carlos de Orléans-Bragança]], chefe da seção de [[Petrópolis]], de outra linha da Família Imperial Brasileira, e herdeiro do trono Brasileiro, de acordo com monarquistas.<ref>{{citar jornal|autor =Handler, Bruce|data=5 de março de 1989|título=Brazil to Decide on Return of Monarchy|periódico=Los Angeles Times|página=34|url=http://articles.latimes.com/1989-03-05/news/mn-199_1_vote-set|arquivodata=Associated Press}}</ref>
 
A constituição Brasileira de 1988, chamou para uma votação sobre a [[Restauração da Monarquia no Brasil|Restauração da Monarquia]], que foi [[Plebiscito sobre a forma e o sistema de governo do Brasil (1993)|realizada em 1993]]. Os monarquistas foram às urnas dividido, com a imprensa, indicando que há, na verdade,  dois príncipes aspirantes ao Trono Brasileiro (Dom Luís de Orleans e Bragança e Dom João Henrique); este fato criou confusão entre os eleitores. Votação em bilhetes mais a divisão do eleitorado, colocando uma caixa para uma república presidencial na cédula de votação, e quatro para uma Monarquia. O sentimento anti-monárquico foi gerado por vários comerciais de televisão agressivos, alegando que aA votação para a monarquia seriaperdeu umde votomuitos paravotos ocomparado retornoa daRepública escravidãomas paramesmo osassim negrosmuitos emonarcas umanão perda paraadmitem a democracia no Brasil após décadas de ditadura militar. Este resultado foi uma perda para osderrota Monarquistaslegítima nas urnas.
 
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