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O [[Estado]] independente em [[Principado de Salerno|Salerno]] inspirou os [[Príncipe de Cápua|gastaldos de Cápua]] a procurar a independência e, pelo fim do século, já se designavam "príncipes", formando um terceiro Estado lombardo. Cápua e Benevento posteriormente foram unidos por [[Atenulfo I de Cápua|Atenulfo]], em 900, que declarou-os em "união perpétua" - fato que duraria até 982, com a morte de [[Pandulfo Cabeça de Ferro]]. Com todos os territórios lombardos do sul sob seu controle, com a exceção de Salerno, Atenulfo sentiu-se apto a utilizar o título de ''princeps gentis Langobardorum'' ("príncipe do povo lombardo"), que Aragiso II tinha começado a usar em 774 O principado foi governado pelos sucessores de Atenulfo por boa parte daquele século. Enquanto isso, o príncipe [[Gisulfo I de Salerno|Gisulfo de Salerno]] também havia começado a utilizar o título ''Langobardorum gentis princeps'', por volta de meados do século. O ideal de um principado lombardo unido, no entanto, só foi realizado em dezembro de 977, quando Gisulfo morreu e seus domínios foram herdados por Pandolfo Cabeça de Ferro, que teve controle temporário sobre toda a Itália ao sul de Roma, e formou uma aliança entre os lombardos e o [[Sacro Império Romano]]. Seus territórios foram divididos depois de sua morte.
 
[[Landolfo II de Benevento|Landolfo, o Ruivo]], de Benevento e Cápua, tentou conquistar o principado de Salerno com a ajuda de [[João III de Nápoles]], mas Gisulfo, com a ajuda de [[Mastalo I de Amalfi|Mastalo de Amalfi]], conseguiu derrotá-lo. Os soberanos de Benevento e Cápua tentaram por diversas vezes invadir a [[Catapanato da Itália|Apúlia bizantina]] durante o período, porém a presença austera de {{Lknb|Basílio|II BulgaróctoneBulgaróctono}} conseguiu manter domínio bizantino na região.
 
A principal fonte para a história dos principados lombardos neste período é o {{ilc|Crônica de Salerno||Chronicon Salernitanum}}, escrito no fim do século em Salerno.