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No dia 29 de novembro de 2016, a Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Barroso, concedeu ''[[habeas corpus]]'' para revogar a prisão preventiva de funcionários de uma clínica que realizava abortos. Em seu voto, que foi seguido pelos ministros [[Edson Fachin]] e [[Rosa Weber]], Barroso entendeu que não é crime a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre, com base na legislação de outros países, e afirmou que, em temas moralmente divisivos, o Estado não pode tomar partido e impor uma visão, devendo permitir que as mulheres tenham o direito de escolher. Também fundamentou a decisão nos direitos sexuais e reprodutivos da mulher, na integridade física e psíquica da gestante, e na igualdade da mulher em relação ao homem. A decisão teve imediata repercussão na [[Câmara dos Deputados do Brasil|Câmara dos Deputados]],<ref>{{citar web |url= http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,aborto-ate-3-mes-de-gestacao-nao-e-crime-decide-1-turma-do-stf,10000091511|título=Aborto até 3º mês de gestação não é crime, decide 1ª Turma do STF |autor=<!--Staff writer(s); no by-line.--> |data= 29 de novembro de 2016|obra= |publicado= O Estado de S. Paulo|acessodata= 3 de dezembro de 2016|citacao=}}</ref> que reagiu criando uma comissão para legislar em sentido contrário ao decidido pelo tribunal.<ref>{{citar web |url= http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/11/maia-cria-comissao-para-rever-decisao-do-stf-sobre-aborto.html|título= Maia cria comissão para rever decisão do STF sobre aborto|autor=<!--Staff writer(s); no by-line.--> |data= 30 de novembro de 2016|obra= |publicado= G1|acessodata= 3 de dezembro de 2016|citacao=}}</ref>
 
=== Operação Lava Jato ===
{{Artigo principal|Desdobramentos da Operação Lava Jato}}
Em 29 de março de 2018 o ministro Barroso autorizou a operação da [[Polícia Federal]] batizada ''Operação Skala'' com o propósito de coletar provas para o [[Inquérito dos Portos]]. Além de vinte mandatos de busca e apreensão, foram expedidos treze mandados de [[prisão temporária]].<ref>{{citar web|URL=https://g1.globo.com/politica/noticia/entenda-a-operacao-skala-da-policia-federal-que-prendeu-amigos-de-temer.ghtml|título=Entenda a Operação Skala, da Polícia Federal, que prendeu amigos de Temer|autor=|data=29 de março de 2018|acessodata=20 de maio de 2018|publicado=Globo|obra=G1}}</ref><ref>{{citar web|URL=http://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/do-que-sao-acusados-os-13-presos-da-operacao-skala-que-encurralou-temer-aojxkx3nwl5dvj028g8z5vmpe|título=Do que são acusados os 13 presos da Operação Skala, que encurralou Temer|data=29 de março de 2018|acessodata=20 de maio de 2018|publicado=Gazeta do Povo}}</ref>
 
==== Operação Abafa ====
{{Artigo principal|Operação Abafa}}
Em agosto de 2017, o ministro Barroso disse, em entrevista no programa ''[[Conversa com Bial]]'' ao apresentador [[Pedro Bial]] da [[Rede Globo]], que existe uma "[[Operação Abafa|Operação abafa]]", cujo objetivo seria paralisar a [[Operação Lava Jato]]. Barroso disse ainda que: "a Lava-Jato é vítima de uma grande operação abafa, a sociedade tem que estar mobilizada. A Lava-Jato sobreviveu pela sociedade e pela imprensa. Há uma semente plantada, nunca mais será como antes". Ele destacou a coragem do país em não "empurrar a poeira para debaixo do tapete" e em avançar com as investigações. "Talvez nenhum país no mundo tenha tido a coragem de fazer o que o Brasil está fazendo. Temos que aproveitar essa oportunidade com determinação. Vamos criar um país em que a integridade é o ponto de partida."<ref>{{citar web|url=http://amaerj.org.br/noticias/barroso-lava-jato-e-vitima-de-uma-grande-operacao-abafa-a-sociedade-tem-que-estar-mobilizada/|publicado=AMAERJ|data=25 de agosto de 2017|acessodata=26 de agosto de 2017|título=Barroso defende mobilização da sociedade contra ‘grande operação abafa’ da Lava-Jato}}</ref><ref>{{citar web|url=http://www.valor.com.br/politica/5091246/barroso-afirma-na-tv-que-lava-jato-e-vitima-de-operacao-abafa|publicado=Valor Econômico|acessodata=26 de agosto de 2017|título=Barroso afirma na TV que Lava-Jato é vítima de "operação abafa"|autor=Carolina Freitas}}</ref>
'''<big>Ação discute a possibilidade de candidaturas avulsas para cargos majoritários para as próximas eleições</big>'''
 
O STF reconheceu em 5 de outubro de 2017 a existência de repercussão geral em uma ação favorável à possibilidade de candidatos sem filiação partidária concorrerem em eleições majoritárias (presidente, governador, senador e prefeito).<ref>{{citar Aweb|url=https://www.conjur.com.br/2017-out-05/stf-reconhece-repercussao-geral-recurso-candidatura-avulsa|publicado=Consultor decisãoJurídico|título=Supremo foireconhece unânime.{{carecerepercussão geral em recurso sobre candidatura avulsa|data=5 de outubro de 2017|acessodata=20 de maio de fontes2018}}</ref>
 
O relator ministro Luis Roberto Barroso também negou pedidos para opinar no processo apresentados pelos advogados [[Modesto Carvalhosa]] e Carlos Alexandre Klomfahs, que cogitam se lançarem à Presidência sem partido em 2018; e também da União Nacional dos Juízes Federais do Brasil (Unajuf) e do Clube dos Advogados do Rio de Janeiro.{{carece de fontes}}
 
== Obras ==
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