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Após a [[Campanha de Guadalcanal]], os Aliados iniciaram várias operações contra o Japão no Pacífico. Em maio de 1943, forças aliadas foram enviadas para eliminar as [[Campanha das Ilhas Aleutas|forças japonesas nas Aleutas]].<ref>{{citar livro|último1 =Thompson|primeiro1 =John Herd|último2 =Randall|primeiro2 =Stephen J|ano=1994|publicado=University of Georgia Press|isbn=0-8203-2403-5|título=Canada and the United States: Ambivalent Allies|página=164}}</ref> Logo depois começaram as suas operações principais para [[Operação Cartwheel|isolar Rabaul, através da captura de ilhas vizinhas]] e para [[Campanha nas Ilhas Gilbert e Marshall|quebrar o perímetro Central Japonês do Pacífico nas ilhas Gilbert e Marshall]].<ref>{{citar livro|último =Kennedy|primeiro =David M|título=Freedom from Fear: The American People in Depression and War, 1929–1945|publicado=Oxford University Press|ano=1999|isbn=0-19-503834-7|página=610}}</ref> Até o final de março de 1944, os Aliados tinham concluído ambos os objetivos, e, adicionalmente, neutralizaram a principal base japonesa em Truk, nas [[Ilhas Carolinas]]. Em abril, as forças aliadas lançaram uma operação para retomar a [[Nova Guiné Ocidental]].<ref>{{citar livro|último =Rottman|primeiro =Gordon L|título=World War II Pacific Island Guide: A Geo-Military Study|publicado=Greenwood Publishing Group|ano=2002|isbn=0-313-31395-4|página=228}}</ref>
 
Na União Soviética, tanto os alemães quanto os soviéticos passaram a primavera e o início do verão de 1943 fazendo preparativos para grandes ofensivas na Rússia central. Em 4 de julho de 1943, a Alemanha [[Batalha de Kursk|atacou as forças soviéticas ao redor de Kursk]]. Dentro de uma semana, as forças alemãs tinham se esgotado na luta contra as defesas profundamente escalonadas e bem construídas dos soviéticos<ref>{{citar periódico|primeiro =David M.|último =Glantz|obra=CSI Report No. 11.|título=Soviet Defensive Tactics at Kursk, July 1943|publicado=Combined Arms Research Library|url=http://www-cgsc.army.mil/carl/resources/csi/glantz2/glantz2.asp|arquivourl=http://web.archive.org/web/20080306082607/http://www-cgsc.army.mil/carl/resources/csi/glantz2/glantz2.asp|arquivodata=6 de março de 2008|data=Setembro de 1986|oclc=278029256|acessodata=17 de fevereiro de 2010}}</ref><ref>{{citar livro|título=Soviet military deception in the Second World War|primeiro =David M|último =Glantz|publicado=Routledge|ano=1989|isbn=978-0-7146-3347-3|páginas=149–59}}</ref> e, pela primeira vez na guerra, Hitler cancelou a operação antes de ter alcançado o sucesso tático ou operacional.<ref>{{citar livro|último =Kershaw|primeiro =Ian|título=Hitler, 1936–1945: Nemesis|publicado=W. W. Norton & Company|ano=2001|isbn=0-393-32252-1|página=592}}</ref> Esta decisão foi parcialmente afetada pela [[Invasão Aliada da Sicília|invasão dos aliados ocidentais à Sicília]], lançada em 9 de julho e que, combinada com falhas anteriores dos italianos, resultou na destituição e na prisão de Mussolini no final daquele mês.<ref>{{citar livro|último =O'Reilly|primeiro =Charles T|título=Forgotten Battles: Italy's War of Liberation, 1943–1945|publicado=Lexington Books|ano=2001|isbn=0-7391-0195-1|página=32}}</ref>
 
[[Imagem:RIAN archive 225 IL-2 attacking.jpg|thumb|Aviões soviéticos [[Ilyushin Il-2|Il-2]] atacando forças da ''[[Wehrmacht]]'' durante a [[Batalha de Kursk]], em 1 de julho de 1943.]]
 
Na União Soviética, tanto os alemães quanto os soviéticos passaram a primavera e o início do verão de 1943 fazendo preparativos para grandes ofensivas na Rússia central. Em 4 de julho de 1943, a Alemanha [[Batalha de Kursk|atacou as forças soviéticas ao redor de Kursk]]. Dentro de uma semana, as forças alemãs tinham se esgotado na luta contra as defesas profundamente escalonadas e bem construídas dos soviéticos<ref>{{citar periódico|primeiro =David M.|último =Glantz|obra=CSI Report No. 11.|título=Soviet Defensive Tactics at Kursk, July 1943|publicado=Combined Arms Research Library|url=http://www-cgsc.army.mil/carl/resources/csi/glantz2/glantz2.asp|arquivourl=http://web.archive.org/web/20080306082607/http://www-cgsc.army.mil/carl/resources/csi/glantz2/glantz2.asp|arquivodata=6 de março de 2008|data=Setembro de 1986|oclc=278029256|acessodata=17 de fevereiro de 2010}}</ref><ref>{{citar livro|título=Soviet military deception in the Second World War|primeiro =David M|último =Glantz|publicado=Routledge|ano=1989|isbn=978-0-7146-3347-3|páginas=149–59}}</ref> e, pela primeira vez na guerra, Hitler cancelou a operação antes de ter alcançado o sucesso tático ou operacional.<ref>{{citar livro|último =Kershaw|primeiro =Ian|título=Hitler, 1936–1945: Nemesis|publicado=W. W. Norton & Company|ano=2001|isbn=0-393-32252-1|página=592}}</ref> Esta decisão foi parcialmente afetada pela [[Invasão Aliada da Sicília|invasão dos aliados ocidentais à Sicília]], lançada em 9 de julho e que, combinada com falhas anteriores dos italianos, resultou na destituição e na prisão de Mussolini no final daquele mês.<ref>{{citar livro|último =O'Reilly|primeiro =Charles T|título=Forgotten Battles: Italy's War of Liberation, 1943–1945|publicado=Lexington Books|ano=2001|isbn=0-7391-0195-1|página=32}}</ref>
 
Em 12 de julho de 1943, os soviéticos lançaram suas próprias contraofensivas, afastando assim qualquer esperança de vitória, ou até mesmo empate, para o exército alemão no leste. A vitória soviética em Kursk anunciou a queda de superioridade alemã,<ref>{{citar livro|último =Bellamy|primeiro =Chris T|título=Absolute war: Soviet Russia in the Second World War|publicado=BAlfred A. Knopf|ano=2007|isbn=0-375-41086-4|página=595}}</ref> dando à União Soviética a iniciativa na Frente Oriental.<ref>{{citar livro|último =O'Reilly|primeiro =Charles T|título=Forgotten Battles: Italy's War of Liberation, 1943–1945|publicado=Lexington Books|ano=2001|isbn=0-7391-0195-1|página=35}}</ref><ref>{{citar livro|último =Healy|primeiro =Mark|título=Kursk 1943: The tide turns in the East|página=90|publicado=Osprey Publishing|ano=1992|isbn=1-85532-211-0}}</ref> Os alemães tentaram estabilizar sua frente nordeste ao longo da apressadamente fortificada linha Panther Wotan, no entanto, os soviéticos a romperam em [[Batalha de Smolensk (1943)|Smolensk]] e na [[Batalha de Dnieper|ofensiva de Dnieper]].<ref>{{Harvnb|Glantz|2001|pp=50–55}}</ref>
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