Diferenças entre edições de "Revoluções de 1820"

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As '''revoluções de 1820''' surgiram como uma reação à [[Restauração Européia|Restauração]], que resultou da derrota da [[Revolução Francesa]], que envolveu a restauração do [[Antigo Regime]] e da aplicação dos princípios [[legítimo]]s do [[Congresso de Viena]] em [[1815]], comprometida com a intervenção da [[Santa Aliança]]. Esta aliança das [[monarquia absolutista|monarquias]] finalmente conseguiu evitar a possibilidade de uma generalização de propagação das ondas revolucionárias oriundas da [[França]] e reprimiu as manifestações revolucionárias. Dadas as dificuldades, como uma forma de organizar os '''revolucionários de 1820''', foi através de [[sociedades secretas]], semelhante à [[maçonaria]] como [[carbonário]]s.
 
Embora as anormalidades pudessem ser detectadas cedo, o movimento revolucionário que surgiu contagiou vários outros casos de movimentos revolucionários na Europa (incluindo a [[Constituição]]). As revoluções de [[Portugal]] e a [[unificação da Itália|Itália]] (especialmente o [[Piemonte|Reino deda Sardenha|Piemonte]] e [[Reino das Duas Sicílias|Nápoles]]) são exemplos de movimentações liberais burguesas similares. Muito mais distante no tempo e no espaço, foram movimentos de natureza muito diferente o caso do [[Império Russo]] ([[Revolta dezembrista]], [[1825]]). O mais peculiar, na [[Grécia]], onde em [[1821]] data o início do movimento para a [[Revolução Grega|independência grega]], proclamada em [[1822]], e foi a única das revoluções do ciclo que para ser bem sucedida, contou com o apoio das potências europeias contra o [[Império Otomano]] (antigo incômodo no terreno da extrema Europa, hoje mais ou menos [[Turquia]]).
 
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