Diferenças entre edições de "Eduardo Pinho Moreira"

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Escolheu sua profissão de médico ainda muito jovem, por paixão e vocação. Filho de Hindemburg Moreira e Maria Adelaide Tasso Pinho Moreira, formou-se em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora e fez duas especializações (em Cardiologia e em Medicina do Trabalho). É viúvo de Ivane Fretta Moreira, com quem teve quatro filhos e cinco netos. É casado com a advogada Nicole Emiliana Torret Rocha Moreira.
 
=== '''Início da Atividade Profissional e Política''' ===
Eduardo Pinho Moreira iniciou sua atividade profissional, como médico, em Criciúma. Entrou na política, incentivado por diversos setores, elegendo-se deputado federal constituinte (1987-1991) pelo PMDB. Em sua atuação parlamentar, contribuiu para a garantia de direitos sociais inscritos na Constituição – especialmente na área da saúde. Em 1990, foi reeleito deputado federal por mais quatro anos (1991-1995), obtendo grande apoio da população de Criciúma, Laguna e toda a região sul de Santa Catarina. Devido ao trabalho realizado como deputado federal, foi eleito prefeito de Criciúma (1993-1996) com votação expressiva. No Executivo municipal de Criciúma, Eduardo Moreira é considerado até hoje um dos melhores prefeitos que a cidade já teve, com participação muito forte na área social. Em 1997, foi convidado para assumir a Casa Civil do Governo do Estado e para presidir a Celesc - Centrais Elétricas de Santa Catarina.
 
=== '''A Paixão pela Medicina e o Retorno à Política''' ===
Em 1998, Eduardo Pinho Moreira retornou à atividade médica. De 1999 a 2004, também passou a desenvolver um destacado trabalho de estudos e pesquisa voltado para a formação de novas lideranças, quando exerceu a presidência da Fundação Ulysses Guimarães/SC – órgão de estudo do PMDB. Foram quatro anos de dedicação ao saber e à medicina, até que, em 2002, recebeu um convite de Luiz Henrique da Silveira, para ser seu vice, na caminhada rumo ao Governo do Estado. O convite foi aceito e a candidatura bem sucedida. Em 1º de janeiro de 2003, toma posse como vice-governador de Santa Catarina. Exerce o mandato até o afastamento do então governador Luiz Henrique da Silveira, em 9 de abril de 2006, que deixou o Executivo para se dedicar à campanha de reeleição.