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Formou-se em [[Direito]] pela [[Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais]] em [[1902]]. Na mocidade, pertenceu a grupos [[Literatura|literários]], em [[Belo Horizonte]] e cultivou a [[poesia]] [[Simbolismo|simbolista]].
 
Foi professor de [[Direito Internacional Público]] e de [[Direito Civil]] na [[Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais]] e secretário do Interior do [[Minas Gerais|Estado de Minas Gerais]]. Foi eleito [[deputado estadual]] duas vezes, no período de [[1902]] a [[1912]]. Deixou o cargo para atuar na campanha civilista, combatendo a candidatura do marechal [[Hermes da Fonseca]], de quem era adversário. Retornou à câmara estadual convidado pelo presidente [[Artur Bernardes]]. Atuou ainda como consultor jurídico do [[Banco do Brasil]], cargo de que foi destituído em 1943, por ter assinado o [[Manifesto dos Mineiros]];<ref name="Política">{{citar web|url=http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/manifesto-hist%C3%B3rico-serviu-de-exemplo-para-todo-o-pa%C3%ADs-1.737225|título="Manifesto histórico serviu de exemplo para todo o país"| publicado=''[[O tempo]]''|acessodata=28 de fevereiro de 2014}}</ref> foi professor de Direito Civil na Faculdade de Direito da Universidade Católica do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]; juiz do [[Tribunal Superior Eleitoral]] e [[ministro da Justiça]]. Foi membro do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura e [[reitor]] da Universidade do [[Distrito Federal (Brasil)|Distrito Federal]], além de presidente da Comissão Permanente do Livro do Mérito.
 
Estudou o enigma da autoria das ''Cartas chilenas'' (13 poemas [[Sátira|satíricos]] com estrutura de carta escritos por Critrilo), chegando à conclusão de que o autor era [[Tomás Antônio Gonzaga]]. Notabilizou-se também pelo seu estudo sobre a autoria de ''[[Arte de Furtar]]'', obra tradicionalmente atribuída ao Padre [[Antônio Vieira]], e que ele, através de aturadas pesquisas, tentou mostrar ter sido escrita por [[António de Sousa de Macedo]]. Em [[1940]], porém, já o historiador Francisco Rodrigues SJ, beneficiando de um achado no arquivo romano da [[Companhia de Jesus]], tinha revelado a verdadeira autoria da obra, que desde então é atribuída, com um consenso crescente, ao jesuíta [[Manuel da Costa]].
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