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A primeira grande revolta contra o domínio romano se iniciou no ano 66 da Era Comum. Também conhecida como [[Primeira guerra judaico-romana|Grande Revolta Judaica]], a rebelião duraria até o ano 72 d.C., quando o general [[Tito]] invade a região e destrói Jerusalém e o [[Segundo Templo]]. Cerca de um milhão de judeus teriam morrido durante os combates, segundo alguns pesquisadores. A região é transformada em província romana e batizada com o nome de ''Província Judaica''.
 
A segunda e última rebelião contra os romanos foi a [[Revolta de Bar KochbaBarcoquebas]]. A revolta foi esmagada pelo imperador [[Adriano]] em 135 e os judeus sobreviventes foram feitos escravos e expulsos de sua terra.
 
Durante os dois mil anos de duração do Êxodo, a presença judaica em Jerusalém e seu entorno foi constante, embora diminuta. No mesmo ano de 135, Adriano renomeou a ''Província Judaea'' para ''Província Siria Palaestina'', um nome grego derivado de "Filisteia" (Em [[língua hebraica|hebraico]], ''פלשת'', em [[língua grega antiga|grego antigo]], ''Pəléšeṯ'') como tentativa de desligar a terra de seu passado judaico. A ''[[Mishná]]'' e o [[Talmude]] ''Yerushalmi'' (dois dos textos sagrados judaicos mais importantes) foram escritos na região neste período. Depois dos romanos os [[bizantino]]s e finalmente os [[muçulmanos]] conquistaram a Palestina em 638. A área do [[Levante (Mediterrâneo)|Levante]] foi controlada por diferentes estados muçulmanos ao longo dos séculos (à exceção do controle dos cristãos cruzados) até fazer parte do [[Império Otomano]], entre [[1517]] e [[1917]].