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Quando nascia um menino no [[século XVI]], em algumas [[tribo]]s eram feitas oferendas de [[garras]] de [[onça]] e de [[aves de rapina]] para que ele crescesse virtuoso e com grande coragem. O pai ficava três dias alimentando-se apenas de [[farinha de mandioca]] e água pura e colocava o filho dentro de [[armadilha]]s de [[caça]], atirava pequenas [[flecha]]s e lançava sobre ele [[rede]]s de [[pesca]], para que o menino crescesse tendo o dom de [[caçar]], [[pescar]] e guerrear.<ref name="thevet"/> Enquanto não secasse o [[umbigo]] do [[bebê]] [[Juruna]], do [[Mato Grosso]] e [[Pará]], o pai não podia atirar [[flecha]]s, caso contrário haveria [[sangramento]] no [[umbigo]].<ref name="reind"/>
 
Entre os [[Tupinambá]] que habitavam o [[litoral]] brasileiro de [[São Paulo (estado)|São Paulo]] à [[Bahia]], o pai dava ao filho [[recém-nascido]] [[garras]] de [[onça]] para que ele fosse um bom [[caçador]]. Com o mesmo objetivo os [[Kaapor]] ([[Urubu]]) do [[Maranhão]] davam aos filhos [[colar]]es feitos de [[osso]]s de [[mutum]] e, para que também fossem fortes, acrescentavam [[ossos]] de jibóia.<ref name="rain"/>
 
== Ver também ==
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