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Em 1923, dois anos após sua saída da prisão de Valencia, Biófilo foi nomeado delegado da Associação Anarquista Mexicana para um congresso em [[Barcelona]]. Lá, propôs um projeto de cunho [[anarquismo insurrecionário|insurrecionário]] denominado ''Operación Europa'', que consistia na "formação de um comitê internacional encarregado de ordenar, planejar e executar em um mesmo dia o assassinato do czar da [[Bulgária]], dos reis da [[Inglaterra]], da [[Reino de Itália (1861–1946)|Itália]] e do [[Egito]], do arcebispo do [[México]], do cardeal-arcebispo de [[Toledo]] e de [[Léon Daudet]]".<ref name=autogenerated2>PERIÓDICO EL DEBER. Bucaramanga. Nº 4830, 31 de janeiro de 1940, pág 1.</ref>
 
No ano seguinte, viajou para [[São Paulo (estado)|São Paulo]] a fim de organizar uma greve dos plantadores de café, porém novamente foi preso e mandado para a cidade de [[Cayena]], de onde escapou. A Liga dos Direitos do Homem enviou-o para a ilha de [[Martinica]]. Após visitar cinquenta e dois países e ter tido contato com personalidades ilustres do movimento anarquista e socialista, como [[Piotr Kropotkin]], [[Máximo Gorki]] e [[Lênin]], Biófilo retornou para a Colômbia. Lá foi novamente preso junto com o sindicalista [[Raúl Mahecha]], na cidade de [[San Gil]].<ref name=autogenerated3/> No ano seguinte, em Bogotá, Biófilo fundou o Centro de União e Ação Revolucionária, cujo lema era: "Revolucionários de todos os ideais, uni-vos!".<ref name=autogenerated3/>
 
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