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Sem alteração do tamanho, 00h47min de 12 de julho de 2018
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Às 20h15 o sistema de “homem morto”, criado para prevenir situações em que o maquinista sofre algum súbito problema de saúde, foi activado pela primeira vez e o comboio viu a velocidade reduzida de 110 quilómetros por hora para 48, já que o maquinista nada fez para parar o sinal sonoro e não deu indicações para mostrar que estava aos comandos. A cada 30 segundos o maquinista, conforme o comboio, deve por exemplo carregar num botão que assinala que está operacional.
 
Um minuto e 44 segundos depois acontece o mesmo e o comboio passa de 109 para 86 quilómetros por hora. Em alguns comboiostrens, explica o El País, o sistema de “homem morto” pára totalmente o comboio, mas no Alvia o maquinista consegue que a composição retome logo a velocidade. Contudo, no relatório a Renfe diz estranhar a proximidade da actuação do sistema, sobretudo se o maquinista recuperou velocidade, e que os passageiros não tenham sentido o abrandamento brusco.<ref>{{citar web|URL=http://www.publico.pt/mundo/noticia/sistema-de-travagem-homem-morto-usado-duas-vezes-no-comboio-que-descarrilou-em-santiago-1605078|título=Sistema de travagem “homem morto” usado duas vezes no comboio que descarrilou em Santiago|autor=|data=|publicado=|acessodata=}}</ref>
 
==Acidente==
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