Joaquim Letria: diferenças entre revisões

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'''Joaquim José da Conceição Letria''' <small>[[Ordem Militar de Cristo|GCC]]</small> ([[Lisboa]], [[8 de Novembro]] de [[1943]]) é um [[jornalista]] [[Portugueses|português]]. Figura da comunicação social portuguesa, foi fundador dos semanários ''[[O Jornal]]'' e ''[[Tal & Qual]]''. Recebeu o [[Prémio da Imprensa]] (1974) na categoria "Televisão".
 
== Biografia ==
Após a [[Revolução de 25 de Abril de 1974]], decidiu regressar a Portugal, começando a trabalhar na [[Radiotelevisão Portuguesa]] como director-adjunto de Informação para Programas não-Diários.<ref name="inf12"/>
 
Joaquim Letria recebeu o [[Prémio da Imprensa]] (1974), ou ''Prémio Bordalo'', entregue pela [[Casa da Imprensa]] em 1977, como "Figura TV" na categoria "Televisão", , "pela vivacidade e o tom pessoal que conferiu ao seu trabalho", numa cerimónia em que, na mesma categoria, foi apenas distinguido como "Melhor Programa" ''A Política é de Todos'' ([[Álvaro Guerra]]).<ref>{{citar web |url=http://www.jornalistas.eu/?n=456 |título=Prémios Bordalo |data=22/01/2002 |autor= |publicado=Sindicato dos Jornalistas |acessodata=2017-10-18 |notas=Em 1974 denominado "Prémio da Imprensa".}}</ref>
 
Letria participou na fundação do semanário ''[[O Jornal]]'', na primavera de 1975, passando, pouco depois, para a agência noticiosa portuguesa [[ANOP]].<ref name="inf12"/>
Em 1995, apresenta o ''[[talk show]]'' ''Conversa Afiada'' emitido na RTP no início da madrugada.<ref name="inf12"/> Apresentaria ainda outro na RTP Internacional, o ''Café Lisboa'', na companhia do falecido Agostinho Roseta e de José Amaral.
{{caixa de citação|largura = 30%|"Hoje até me rio, porque sou amigo do Amílcar Cabral, do Agostinho Neto, do MPLA. Dizer que eu era racista é admirável e só podia sair da cabeça de algumas pessoas do PS. No final, a justiça deu-me razão." | Joaquim Letria (2005)<ref>{{citar web |data=4 de Março de 2005 |autor=Isabel Faria |título=Entrevista : Todos os governos querem controlar a comunicação social |url=http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/tv--media/todos-os-governos-querem-controlar-a-comunicacao-social |jornal=[[Correio da Manhã (Portugal)|Correio da Manhã]] |arquivourl=http://archive.is/w3gy6 |arquivodata=2013-07-16 |datali=2017-10-18 |acessodata=16 de julho de 2013}}</ref>}}
Começa a apresentar, em 1996, na [[Radiodifusão Portuguesa|RDP]] [[Antena 1 (Portugal)|Antena 1]] ''Cobras e Lagartos''. O programa seria suspenso devido a uma polémica relacionada com [[Angola]]. e Letria foi despedido da emissora nacional.<ref name="inf12"/> O epísódio de 18 de Agosto de 1998, chegou aos tribunais e, apesar de em duas instâncias as autoridades terem considerado que as "''expressões utilizadas poderem ser consideradas de mau gosto ferindo sensibilidades''" (TIC) ou que "''Joaquim Letria, voluntariamente, difamou e injuriou pessoa e grupo de pessoas por causa da sua raça, cor ou origem étnica''" (DIAP), ficou decidido o arquivamento da queixa-crime apresentada pois "''não agiu com intenção de incitar à discriminação racial ou de a encorajar''".<ref>{{Citar web |primeiro=Carla Susana Silva |último=Costa |data=Maio de 2003 |titulo=A Discriminação Racial : Trabalho realizado no âmbito do 4.º Programa de Doutoramento da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (Disciplina de Direito Penal – tema de direitos humanos) |url=http://www.verbojuridico.net/doutrina/outros/discriminacao_racial.html |secao=3.2.1. Caso Joaquim Letria |publicado=Verbo Jurídico ||página=24-27 |acessodata=2017-10-18}}</ref>
 
Nos tempos seguintes, lançou o livro ''A Verdade Confiscada. Escândalo - A Armadilha da Nova Censura'' (1998), colaborou com a [[Rádio Comercial]] e com o jornal diário [[24 Horas (jornal) |24 Horas]], leccionou na [[Universidade Lusíada]] e fez consultoria de comunicação. Foi mantendo uma ligação à televisão através da produção de documentários.<ref name="inf12"/>
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