Diferenças entre edições de "Monjolo"

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"à vapor" não existe.
(Ligações internas: "Martim Afonso de Sousa" +)
m ("à vapor" não existe.)
A falta de padronização nos rústicos equipamentos responsáveis pelo beneficiamento do café, fazia com que o grão perdesse sua qualidade e tornaram- se incompatíveis com os graus de consumo da época. Pilões manuais, monjolos ou carros puxados por bois não realizavam a produção necessária para competir com novos produtos como o chá, o chocolate, a chicória e outros itens de consumo popular.
 
Com isso, enxergou-se a necessidade de ampliar o beneficiamento e a modernização do processo de produção do café. Assim, alguns mecanismos novos surgiram, como a inserção de máquinas àa vapor para aumentar a produtividade das ferramentas existentes. As máquinas àa vapor movimentavam, de acordo com a necessidade, por vezes uma prensa de açúcar, por vezes um monjolo de café, por vezes um moinho de milho.<ref name=":2" />
 
Von Tschudi foi um importante observador do Brasil no período e suas anotações são importantes para caracterizar a conjugação das máquinas àa vapor com os equipamentos agrícolas como o monjolo.<ref name=":2" />
 
Vale ressaltar que é um erro pensar que o monjolo era a única forma de beneficiamento do café nos anos [[1860]]. Diferentes maquinismos já eram instalados nas fazendas, mas o monjolo foi o de maior impacto e melhor produtividade no período, por isso, o mais adotado.<ref name=":2" />