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[[File:Paraceratherium transouralicum teeth.JPG|left|thumb|Molares superiores de ''P. transouralicum'', [[Museu Nacional de História Natural (França)]]]]
As espécies de ''Paraceratherium'' são discerníveis principalmente através das características do crânio. ''P. bugtiense'' tem características como um [[maxilar]] e pré-maxilar relativamente mais esbeltos, dermatocrânio pouco profundo, processos mastoide-paraoccipitais que são relativamente finos e localizados na parte de trás do crânio, uma crista lambdoide menos extensa, e um côndilo occipital com uma orientação horizontal, característica compartilhada com ''Dzungariotherium''. ''P. transouralicum'' tem máxilar e pré-maxilar robustos, [[ossos zigomáticos]] apontando para cima, [[osso frontal|ossos frontais]] abobadados, processos mastoide-paraoccipitais grossos, uma crista lambdoide que se extende atrás, e côndilos occipitais com uma orientação vertical.<ref name="Prothero 2013 67 86"/>
 
Ao contrário da maioria dos rinocerontes primitivos, os dentes frontais de ''Paraceratherium'' eram reduzidos a um único par de dentes incisivos em cada mandíbula, que eram grandes e cônicos, e têm sido descritos como presas. Os incisivos superiores eram apontados para baixo; os inferiores eram mais curtos e apontados para frente. Entre todos os rinocerontes conhecidos, este arranjamento é pertencente apenas ao ''Paraceratherium'' e à espécie relacionada ''Urtinotherium''. Os incisivos podem ter sido maiores em machos. Os [[dente canino|dentes caninos]] geralmente encontrados atrás dos incisivos foram perdidos. Os incisivos eram separados da fileira de dentes pós-caninos por um grande [[diastema]].<ref name="Prothero 2013 87 106"/> Esta característica é encontrada em mamíferos onde os incisivos e dentes pós-caninos têm diferentes funções.<ref name="Prothero 2013 53–66"/>
 
==Palaeobiologia==
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