Diferenças entre edições de "Wikipédia:Escolha do artigo em destaque/Eleição especial para presidente da Câmara dos Deputados do Brasil em 2016"

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Por enquanto acho que deve ficar como artigo normal, pois considero que não se encaixa no ponto 4 dos [[Wikipédia:O que é um artigo bom?|critérios]]. O artigo cita de maneira negativa o ex-presidente Eduardo Cunha e também os "interesses" do governo e do presidente da república na questão. Em relação à seção "Importância e benefícios do cargo" também considero que mostra o cargo como uma "vantagem", ou seja, de maneira depreciativa para com sua importância e com os que o almejam, além de fugir do tema, comprometendo o ponto 2 dos [[Wikipédia:O que é um artigo bom?|critérios]]. Nesse caso, não é um aspecto importante do tema e sai para detalhes desnecessários, exatamente o que o critério fala para não ocorrer. O artigo também foca mais nas questões envolvendo Eduardo Cunha do que a eleição em si. Concordo que a razão para a eleição ocorrer deve constar no artigo, mas de forma mais resumida, senão também é detalhe desnecessário. E sem isso no artigo, sobraria muito pouco, já que sobre a eleição em si não tem, pelo menos no momento, conteúdo suficiente que justifique ser artigo bom. Mas acredito que, com ajustes e ampliação, esses problemas poderiam ser resolvidos. Cordialmente. [[Usuário(a):Mátalas Callando|Mátalas Callando]] ([[Usuário(a) Discussão:Mátalas Callando|discussão]]) 04h29min de 29 de julho de 2018 (UTC)
:O artigo não. As referências que tratam Eduardo Cunha de "maneira negativa". Não é culpa do artigo se a imagem dele na imprensa e no público é péssima. Escrever elogiando-o ou mascarando a realidade é parcialidade. E é claro que o artigo foca nisso, afinal sem a renúncia de Cunha o artigo nem sequer existiria. [[Usuário:Érico|<b style="color:#15759e;">Érico</b>]] [[Usuário discussão:Érico|<small style="color:gray;">(disc.)</small>]] 08h51min de 29 de julho de 2018 (UTC)
::Em parte pode ser. Mas, por exemplo, esse trecho não poderia ser menos parcial? "Ao mesmo tempo que defendia-se das acusações, Cunha não facilitou a aprovação de projetos de interesse do governo federal. Além disso, ele deu um grande espaço para a oposição nas votações no plenário. Em junho, ao mesmo tempo que as acusações da Operação Lava Jato acentuavam-se contra si, ele anunciou que romperia com o governo e, a partir de então, seria integrante da oposição. Como justificativa de sua decisão, acusou o Palácio do Planalto de ter se articulado com Janot para incriminá-lo na Operação Lava Jato."
 
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