Ciências humanas: diferenças entre revisões

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O termo '''ciência moral''' foi utilizado por [[David Hume|Hume]] em sua ''Investigação sobre os Princípios da Moral'' para referir-se ao estudo sistemático da natureza e relações humanas. Hume desejava estabelecer uma "ciência da natureza humana" com base em fenômenos empíricos e excluindo tudo o que não provém de [[observação]]. Rejeitando explicações [[Teleologia|teleológicos]], [[Teologia|teológicas]] e [[metafísica]]s, Hume procurou desenvolver uma metodologia essencialmente descritiva - onde os fenômenos deveriam ser caracterizados com precisão. Hume também enfatizou a necessidade de explicar cuidadosamente o conteúdo cognitivo de ideias e vocabulários, relacionando-as às suas raízes empíricas e significado no mundo real.<ref>{{citar web|url=http://plato.stanford.edu/entries/hume/|titulo=David Hume|data=2001|acessodata=junho de 2016|publicado=Stanford Encyclopedia of Philosophy|lingua=en}}</ref>
 
Posteriormente, surgiram pensadores que tinham as ciências humanas como objeto de estudo e seguiram a linha de pensamento de Hume. [[Adam Smith]], por exemplo, concebeu a economia como uma ciência moral, no sentido de Hume.<ref>{{citar livro|url=https://books.google.ca/books/about/Economics_as_a_Moral_Science.html?id=Po26AAAAIAAJ|titulo=Economics as a Moral Science: The Political Economy of Adam Smith|ultimo=Young|primeiro=Jeffrey T.|editora=Edward Elgar|ano=1997|isbn=9781858982670|lingua=en}}</ref>NHE tambew
 
== Ver também ==