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De golpe militar para Regime Militar.
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(De golpe militar para Regime Militar.)
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[[Imagem:Batalhão da PE.JPG|thumb|direita|200px|Quartel do 1º B.P.E. e sede do DOI-CODI no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]].]]
'''Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna''' ('''DOI-CODI''') foi um órgão subordinado ao [[Exército Brasileiro|Exército]], de [[Serviço de Inteligência|inteligência]] e [[Repressão política|repressão]] do governo [[brasil]]eiro durante o regime inaugurado com o Regime Militar de 1964..Destinado a combater inimigos internos que, supostamente, ameaçariam a segurança nacional, como a de outros órgãos de repressão brasileiros no período, a sua [[Golpefilosofia]] de Estadoatuação era pautada na [[Doutrina]] de [[Segurança nacional|Segurança Nacional]], formulada no contexto da [[Guerra Fria]] nos bancos do [[National War College]], instituição [[norte-americana]], e aprofundada, no Brasil, empela 1964|golpe[[Escola militarSuperior de 1964Guerra]] (ESG).
Destinado a combater inimigos internos que, supostamente, ameaçariam a segurança nacional, como a de outros órgãos de repressão brasileiros no período, a sua [[filosofia]] de atuação era pautada na [[Doutrina]] de [[Segurança nacional|Segurança Nacional]], formulada no contexto da [[Guerra Fria]] nos bancos do [[National War College]], instituição [[norte-americana]], e aprofundada, no Brasil, pela [[Escola Superior de Guerra]] (ESG).
 
Foi criado pelo então comandante do [[I Exército]], general [[Siseno Ramos Sarmento]].<ref>{{citar web|URL=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/siseno-ramos-sarmento|título=Verbete biográfico - Siseno Sarmento |autor=|data=|publicado=CPDOC FGV |acessodata=3/6/2018 |arquivourl=https://archive.li/a40eN |arquivodata=3/6/2018}}</ref>
Os DOI eram comandados por [[major]]es de [[infantaria]] do [[Exército]] e, além de militares das três [[Forças Armadas Brasileiras|Forças Armadas]], reuniam integrantes das polícias militares estaduais e das polícias civis.
 
A estrutura foi modificada diversas vezes, em sua versão final possuía seções de investigação, informações e análise, busca e apreensão, e administração.<ref name=ditesc>{{Citar livro |autor=[[Elio Gaspari|Gaspari, Elio ]]|título=A Ditadura Escancarada |subtítulo= |língua= |formato= |edição= 2|local=Rio de Janeiro |editora= Editora Intrínseca|ano=2014 |página= |páginas=526 |isbn= 978-85-8057-408-1}}</ref> A seção de investigação era composta de agentes que deveriam seguir suspeitos, observar esconderijos e encontrar pistas, mas não se envolvia em capturas; era composta de células de duas pessoas, com um automóvel (normalmente um [[fusca]]) com rádio.<ref name=ditesc/> O número de céluascélulas variava, segundo a delegacia, chegando no máximo a doze.<ref name=ditesc/> A seção de busca e apreensão fazia as prisões, era dividida em três grupamentos, formado por quatro grupamentos com três a cinco agentes com caminhonetes ou carros quatro portas.<ref name=ditesc/> A seção de informação e análise ficava na própria delegacia e tinha duas alas, uma de análise que estudava as informações coletadas, mantinha fichas e fotografias de suspeitos e militantes e outra cuidava dos interrogatórios.<ref name=ditesc/> A subseção de interrogatórios tinha 36 pessoas em seis turmas, metade cuidava do interrogatório preliminar, a outra cuidava da parte burocrática.<ref name=ditesc/>
 
Os chefes de interrogatórios eram oficiais das [[forças armadas]] com posto de capitão, de preferência com curso de aperfeiçoamento e diploma de [[administração]] ou [[economia]].<ref name=ditesc/> Nos anos de 1970, tornou-se obrigatório o uso de codinome, mesmo assim alguns oficiais foram identificados.<ref name=ditesc/>
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