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| ref = harv}}</ref> Cientistas de diferentes partes do mundo tentaram comparar seus resultados para obter uma ideia mais completa, mas foram impedidos por obstáculos políticos e por guerras.<ref name="Manias">{{citar periódico| doi = 10.1007/s10739-014-9395-y| pmid = 25537636|título= Building ''Baluchitherium'' and ''Indricotherium'': Imperial and International Networks in Early-Twentieth Century Paleontology|periódico= Journal of the History of Biology| volume = 48|número= 2|páginas= 237–78|ano= 2014|último1 = Manias |primeiro1 = C. }}</ref> O uso de métodos taxonômicos diametralmente opostos de "agrupamento e discriminação" também contribuíram para o problema.<ref name="Prothero 2013 67 86">Prothero, 2013. pp. 67–86</ref><ref name="auto">{{citar periódico| doi = 10.1098/rstb.1934.0013|título= The Extinct Rhinoceroses of Baluchistan|periódico= Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences| volume = 223|número= 494–508|páginas= 569–616 |ano= 1934|último1 = Forster-Cooper |primeiro1 = C.|url=http://rstb.royalsocietypublishing.org/content/223/494-508/569}}</ref> Dados [[geocronológico]]s errôneos conduziram cientistas a acreditar que várias [[formações geológicas]] que hoje se tem ciência de que são da mesma época eram de diferentes épocas. Vários gêneros foram nomeados com base em sutis diferenças no dente [[molar]] — características que variam entre populações de outros [[rinoceronte]]s — e portanto não são aceitos pela maioria dos cientistas para diferenciar espécies.<ref name="Prothero 2013 87 106"/>
 
As primeiras descobertas arqueológicaspaleontológicas sobre os indricotérios foram feitas através de várias ligações coloniais com a Ásia.<ref name="Manias" /> Os primeiros fósseis conhecidos dos indricotérios foram coletados no [[Baluquistão]] (região atualmente localizada no Paquistão) em 1846 por um soldado chamado Vickary, mas esses fragmentos não eram identificáveis naquele momento.<ref name="Prothero 2013 35 52">Prothero, 2013. pp. 35–52</ref> Os primeiros fósseis agora classificados como ''Paracetherium'' foram descobertos pelo geólogo britânico [[Guy Ellcock Pilgrim]] no Baluquistão entre 1907 e 1908. Seu material consistia em uma [[mandíbula superior]], dentes inferiores e a parte traseira de uma mandíbula. Os fósseis foram coletados na [[Formação de Chitarwata]] de [[Dera Bugti]], onde Pilgrim já havia explorado anteriormente. Em 1908, ele usou os fósseis como base para classificar uma nova espécie do extinto gênero de rinocerontes ''[[Aceratherium]]'', ''A.&nbsp;bugtiense''. ''Aceratherium'' era um "''táxon lixeira"'', que tinha a finalidade de classificar espécies que não se encaixavam em gênero algum — incluía uma série de espécies de rinocerontes sem cornos que não tinham relação alguma entre si, muitos dos quais foram reclassificados para outros gêneros.<ref name="Prothero 2013 17 34"/><ref>{{citar periódico|último = Pilgrim|primeiro = G. E. |autorlink = Guy Ellcock Pilgrim|título= Notices of new mammalian genera and species from the Tertiaries of India|ano= 1910|periódico= Records of the Geological Survey of India|volume = 40|número= 1|páginas= 63–71| ref = harv}}</ref> Mais tarde foi mostrado que, os [[incisivo]]s fósseis que Pilgrim havia atribuído anteriormente ao gênero ''[[Bugtitherium]]'' — um gênero não relacionado — de fato, pertenciam às novas espécies.<ref name="On the skull" />
[[Imagem:Baluchitherium osborni.jpg|thumb|upright|Ilutração de 1913, de um [[tálus]] — osso das patas — e um [[Atlas (anatomia)|atlas]], que foram parte da base para a classificação do ''Baluchitherium osborni.'']]