Abrir menu principal

Alterações

Sem alteração do tamanho, 13h16min de 13 de agosto de 2018
sem resumo de edição
[[Ficheiro:Ryu Mizuno.jpg|esquerda|thumb|<center>Ryu Mizuno (centro), que organizou a primeira viagem de imigrantes japoneses ao Brasil</center>]]
 
Com a expansão das plantações de café, havia demanda por mão- de- obra barata na zona rural [[São Paulo (estado)|paulista]] no final do [[século XIX]] e no início do século XX.<ref>{{Citar livro|url=https://www.worldcat.org/oclc/71190138|título=República, liberalismo, cidadania|ultimo=da Silva,|primeiro=Fernando Teixeira|ultimo2=Naxara|primeiro2=Márcia Regina Capelari|ultimo3=Camilotti,|primeiro3=Virgínia|data=2003|editora=Editora UNIMEP|ano=|local=Piracicaba, SP|páginas=153-161|isbn=8585541415|oclc=71190138|acessodata=}}</ref> A economia cafeeira foi o grande motor da economia brasileira desde a segunda metade do século XIX até a década de 1920.
 
A primeira visita oficial para se tentar buscar um acordo diplomático e comercial, com o Japão, ocorreu em 1880. No dia 16 de novembro daquele ano, o vice-almirante [[Artur Silveira de Mota]] iniciou, em Tóquio, as conversações para o estabelecimento de um Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre os dois países.<ref name="preimigracao" /> Mota foi recebido pelo vice-ministro de Negócios Estrangeiros, Kagenori Ueno.<ref name="tratadoamizade" /> O esforço nesse sentido prosseguiu em 1882, com o ministro plenipotenciário Eduardo Calado,<ref name="preimigracao" /> que acompanhou Mota, em 1880.<ref name="tratadoamizade" /> Mas o tratado só seria assinado três anos mais tarde.<ref name="tratadoamizade" />
Utilizador anónimo