Diferenças entre edições de "Custeio por absorção"

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A principal distinção existente no uso do custeio por absorção é entre custos e despesas. A separação é importante porque as despesas são jogadas imediatamente contra o resultado do período, enquanto que apenas os custos relativos aos produtos vendidos terão o mesmo tratamento. Já os custos relativos aos produtos em elaboração e aos produtos acabados que não tenham sido vendidos são ativados nos estoques destes produtos.
 
Na legislação tributária brasileira do [[imposto]] de renda, esse método é o recomendado, sendo vetado o chamado método direto ou variável (vide [[contabilidade tributária]]). Nessa especialização, contudo, deve-se fazer sempre ressalvas: apesar do nome, muitos gastos potenciais não fazem parte do Custo de Absorção para fins tributários, simplesmente porque não são reconhecidos tributariamente como [[encargos]]: o imposto de renda do exercício, por exemplo, é um gasto em potencial que não será rateado pelo CIF ([[Custo Indireto de Fabricação]]), nem classificado como [[despesa operacional]].
 
== Referências ==
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