Diferenças entre edições de "Heráclio (filho de Constante II)"

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Confrontado pela situação, Constantino manteve-se vigilante em relação aos irmãos e enviou um emissário de confiança, o capitão de [[Coloneia no Licos|Coloneia]] Teodoro, com a delicada tarefa de elogiar os soldados por sua devoção e concordar com suas propostas, tudo com o objetivo de persuadi-los a voltar aos seus acampamentos na [[Anatólia]]. Teodoro também convidou os líderes da revolta até Constantinopla para se consultarem com o [[Senado bizantino|senado]] para ver se era possível confirmar seus desejos. Contente com o aparente final feliz, o exército partiu de volta ao interior da Anatólia e os líderes do movimento ficaram na cidade.{{sfn|Bury|1889|p=309}} Sem a ameaça das tropas, Constantino se aproveitou para atacá-los, capturando-os e enforcando-os em [[Sícas]].{{sfn|Stratos|1980|p=139}}
 
Apesar dessa turbulência, Heráclio e Tibério participaram no concílio de 681, como sua abertura em nome dos 3 imperadores indica. <ref name=Li2013 /> Em algum momento entre 16 de setembro e 21 de dezembro de 681, Constantino ordena a [[Mutilação política na cultura bizantina|mutilação]] dos irmãos, cortando-lhes o nariz e ordenando que suas [[efígie|imagens]] não mais fossem estampadas nas moedas e documentos imperiais.{{sfn|Grierson|1968|p=513}} Depois, HeráclioTibério e o irmão desaparecem do registro histórico.{{sfn|Haldon|2016|p=43–45}} Pensa-se que tais medidas tinham como finalidade assegurar a sucessão de seu filho, o futuro {{lknb|Justiniano|II}}.{{sfn|Hoyland|2012|p=173-174}}
 
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