Diferenças entre edições de "Mônica de Hipona"

30 bytes removidos ,  08h47min de 27 de agosto de 2018
sem resumo de edição
A partir disso o filho vê a mãe de forma santificadora, mas reconhece o fardo feminino que ela carrega, já que nos primórdios da [[Igreja Católica]], a mulher era vista entre dois extremos, o da exaltação e da condenação. A parte "boa" do sexo feminino era representada por [[Maria (mãe de Jesus)|Maria]] e a parte "ruim", que se entrega à tentação, representada por [[Adão e Eva|Eva]]. Foi dessa forma que Mônica foi vista por seu filho e pela [[Igreja Católica]].
 
Morreu aos 56 anos, no ano de 387, em [[Óstia]] na [[Itália]], mesmo ano da conversão de seu filho. Seu corpo foi "descoberto" em [[1430]] e transferido para [[Roma]] onde mais tarde, a [[Basílica de Santo Agostinho]], lheem foi dedicada[[Roma]]. Mônica foi [[canonizada]] não por ter operado milagres ou por ser [[mártir]], mas sim por ter sido, a "responsável pela conversão de seu filho" mostrando empenho em ensinar condutas cristãs como moral, pudor e mansidão, mostrando a intervenção feminina no interior da [[família]], pois foi o meio, através da oração, que contribuiu para a vida religiosa do filho.
 
Os marinheiros que acompanhavam Santo Agostinho em suas viagens [[Mediterrâneo|mediterrâneas]] se confortavam orando à Mônica, pedindo a chegada a salvo.
Utilizador anónimo