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Até sua última doença ele encontrou completa satisfação na ciência como simples recreação. Tinha também grande interesse na literatura europeia que lia nos originais, pois dominava muitas línguas. O estudo de línguas estrangeiras e nacionais e novas ciências (inclusive [[botânica]] e [[mineralogia]]) era seu [[passatempo]]. Com a idade de sessenta e dois anos ele começou um intensivo estudo de [[Língua russa|russo]], sem a orientação de ninguém. Em dois anos ele estava mantendo correspondência com amigos cientistas de [[São Petersburgo]] inteiramente em russo. Na opinião dos russos que o visitavam em [[Göttingen]], ele também falava perfeitamente. Ele também tentou o [[sânscrito]] mas não gostou.
 
Atraía-o especialmente a literatura inglesa, embora seu aspecto mais sóbrio nas tragédias de [[William Shakespeare]] fosse demais para a aguda sensitividade do grande matemático para todas as formas de sofrimento. Ele buscava livros mais felizes. Os livros de Sir [[Walter Scott]] (seu contemporâneo) eram devorados tão logo publicados. Uma grande gargalhada do astrônomo matemático saudou o escorregão de Sir Walter quando escreveu "a lua cheia levanta-se a noroeste" ´e ele levou dias corrigindo todas as cópias que encontrava.