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===Relações exteriores===
A Costa Rica é um membro ativo das [[Nações Unidas]] e da [[Organização dos Estados Americanos]]. Devido a sua política [[Pacifismo|pacifista]] e de [[desmilitarização]], o país é sede de várias organizações internacionais relacionadas com os [[direitos humanos]] e a democracia, como a [[Corte Interamericana de Direitos Humanos]], a [[Universidade para a Paz]] e a [[Comunidade das Democracias]]. Um dos principais objetivos da política externa da Costa Rica é fomentar os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável como forma de garantir a estabilidade e o crescimento.<ref>http://www.rree.go.cr/?sec=ministerio&cat=politica%20exterior</ref>
 
Em [[10 de setembro]] de [[1961]], alguns meses depois de [[Fidel Castro]] ter declarado [[Cuba]] um estado socialista, o presidente costarriquenho [[Mario Echandi]] rompeu relações diplomáticas com Cuba. Esse congelamento durou 47 anos até que o presidente [[Óscar Arias Sánchez]] restabeleceu as relações diplomáticas com o país. Em março de 2009, Arias declarou: "Se pudéssemos virar a página com regimes tão profundamente diferentes da nossa realidade como ocorreu com a [[União Soviética]] ou, mais recentemente, com a [[República da China]], como não o faríamos com um país que é geograficamente e culturalmente muito mais perto da Costa Rica?" Arias anunciou também que os dois países trocariam embaixadores.<ref>http://articles.cnn.com/2009-03-18/world/costa.rica.cuba.ties_1_costa-rica-president-oscar-arias-cuban-people?_s=PM:WORLD</ref>
 
A Costa Rica tem uma disputa a longo prazo com a [[Nicarágua]] sobre o rio[[Rio San Juan]], que define a fronteira entre os dois países, e os direitos de navegação da Costa Rica no rio.<ref>https://web.archive.org/web/20111229193653/http://www.nacion.com/2011-03-08/ElPais/UltimaHora/UH-HAYA1.aspx</ref> Em 2010, houve também uma disputa em torno de Isla Calero e o impacto da dragagem nicaraguense do rio naquela área.<ref>https://wayback.archive-it.org/all/20160405043857/http://www.icj-cij.org/docket/files/150/16324.pdf</ref>
 
Em [[14 de julho]] de [[2009]], a [[Corte Internacional de Justiça]] confirmou os direitos de navegação da Costa Rica para fins comerciais à pesca de subsistência no seu lado do rio. Um tratado de 1858 estendeu os direitos de navegação para a Costa Rica, mas a Nicarágua negou que as viagens de passageiros e a pesca fizessem parte do acordo; o tribunal ordenou que os costarriquenhos no rio não precisassem ter cartões de turista nicaraguenses ou vistos como a Nicarágua argumentou, mas, em um aceno aos nicaraguenses, determinou que os barcos e passageiros costarriquenhos deveriam parar no primeiro e último porto da Nicarágua ao longo de sua rota . Eles também devem ter um documento de identidade ou passaporte. A Nicarágua também pode impor calendários ao tráfego costarriquenho. A Nicarágua pode exigir que os barcos costarriquenhos exibam a bandeira da Nicarágua, mas não pode cobrar-lhes a liberação da partida de seus portos. Estes foram todos os itens específicos de contenção levados ao tribunal no depósito de 2005.<ref>https://web.archive.org/web/20110511230540/http://www.allbusiness.com/legal/legal-services-litigation/12579933-1.html</ref>
 
Em [[1 de junho]] de [[2007]], a Costa Rica rompeu relações diplomáticas com [[Taiwan]], trocando o reconhecimento pela [[República Popular da China]]. A Costa Rica foi a primeira das nações da América Central a fazê-lo. O presidente Óscar Arias Sánchez admitiu que a ação foi uma resposta à exigência econômica. Em resposta, a República Popular da China construiu um [[Estadio Nacional de Costa Rica (2011)|novo estádio de futebol]] de última geração, no valor de US$ 100 milhões, no Parque La Sabana, na província de San José. Aproximadamente 600 engenheiros e trabalhadores chineses participaram deste projeto, e foi inaugurado em março de 2011, com uma partida entre as seleções da Costa Rica e da China.<ref>https://web.archive.org/web/20110511230533/http://www.allbusiness.com/caribbean/4505299-1.html</ref>
 
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