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[[File:Tibaes - Orgao.JPG|thumb| Órgão português (dito ibérico) em [[Mosteiro de Tibães|Tibães]]]]
* O '''órgão ibérico''' possui características regionais relativas ao ideário estético da escola de organaria ibérica, cultivado em Portugal e Espanha desde o século XVI. Possuem, normalmente, um único manual (raramente dois) que se encontra dividido em duas seções: baixos e tiples, ou mão esquerda e mão direita. O número de teclas é inferior ao dos órgãos modernos, cifrando-se muitas vezes em 45, 47, 54 notas. Têm, por 'imagem de marca', as chamadas trombetas "em chamada" (dispostas na horizontal). No entanto, alguns musicólogos preferem distinguir entre órgão português e órgão espanhol, considerando as diferenças técnicas e acústicas que entre estes dois tipos existem.
 
[[Ficheiro:Basilica of Saint Denis Organ, Paris, France - Diliff.jpg|thumb|left| Órgão romântico : órgão de la [[Basílica de Saint-Denis]] ]]
* O '''órgão romântico''', pelos seus recursos sonoros, permite abordagem da literatura organística do [[romantismo|período romântico]] ([[século XIX]]). Dotado de pelo menos uma secção expressiva. Possui, por regra, muitos fundos e poucas alíquotas. É rico famílias de cordas e registos harmónicos e octaviantes. Possui, pelo menos, um registo oscilante.
 
* O ''' órgão sinfónico''' teve o seu auge no primeiro terço do [[século XX]]. Este tipo põe em evidência a índole orquestral de que se munem os grandes-órgãos. [[Camille Saint-Saëns]] compôs uma popular [[sinfonia]] para órgão que é um bom exemplo de como o som de um grande órgão pode ser combinado com o de uma [[orquestra]] sinfónica. No início do século XX, os órgãos sinfónicos floresceram em locais seculares dos [[Estados Unidos]] e do [[Reino Unido]], projectados para substituir orquestras sinfónicas tocando transcrições de peças orquestrais.