Frederico I do Sacro Império Romano-Germânico: diferenças entre revisões

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A morte de Frederico deixou seu exército em situação caótica. Sem liderança, em pânico e atacados por todos os lados pelos turcos, muitos alemães desertaram, foram mortos ou cometeram suicídio. Apenas 5 000 soldados, uma pequena fração de sua força original, chegou em [[Acre (Israel)|Acre]]. O filho de Barbarossa, [[Frederico VI da Suábia|Frederico VI]] da Suábia, levou os restos do imperador junto com seu exército, ao lado das forças húngaras ainda sob comando do príncipe Géza, com o objetivo de enterra-lo em [[Jerusalém]], mas os esforços de conservar seu corpo em vinagre falharam. Assim, sua carne foi levada para a [[Igreja de São Pedro]] em [[Antioquia]], seus ossos para a catedral de [[Tiro]] e seu coração e órgãos internos para [[Tarso]].
 
O fim inesperado da vida de Frederico deixou o comando das forças dos cruzados nas mãos dos rivais Filipe II e Ricardo I, que haviam viajado para aà [[Palestina (região)|Palestina]] de forma separada pelo mar e eventualmente levou à sua dissolução. Ricardo continuou para o leste onde ele derrotou Saladino em diversas batalhas, conquistando muitos territórios na costa palestina, mas falhou no objetivo principal da guerra que era conquistar Jerusalém. Ele então retrocedeu para seus domínios na Europa ocidental, o chamado [[Império Angevino]]. Ele assinou o [[Tratado de Ramla]] concordando que Jerusalém permaneceria sob controle muçulmano enquanto permitisse que peregrinos cristãos (desarmados) e comerciantes pudessem visitar a cidade. O tratado também reduziu o [[Reino de Jerusalém|Reino Latino]] para uma costa geopolítica que se estendia de Tiro até [[Jafa]].
 
==Lenda==